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NOS Alive 2027

O NOS Alive’27 está de volta ao Passeio Marítimo de Algés, nos dias 8, 9 e 10 de julho, para a 19.ª edição do festival.

Depois do concerto épico em Lisboa, os Jungle chegam ao NOS Alive'27 e apresentam-se no Palco NOS, no dia 8 de julho. Criados em 2013, em Londres, o grupo é composto por Tom McFarland, J Lloyd e, desde 2024, Lydia Kitto. Aliando uma combinação eufórica de disco moderno, soul e hip-hop a um conteúdo visual hipnotizante, os Jungle chamaram a atenção com o seu álbum de estreia homónimo, lançado em 2014, e a ascensão continuou com For Ever, lançado em 2018, e depois com Loving In Stereo, de 2021.

The Strokes é a mais recente confirmação dos NOS Alive, juntando-se assim aos já confirmados, The Neighbourhood e Beirut, na 19ª edição do Festival. The Strokes regressaram aos álbuns em 2026, com Reality Awaits, o sétimo álbum de estúdio, que reafirma a relevância da banda no panorama musical mundial. Explorando novas sonoridades sem perder a identidade que os distingue, o grupo mantém intactos os riffs inconfundíveis e os refrões memoráveis que marcam várias gerações.

Beirut, uma grande confirmação também para o dia 8 de julho, atuam no Palco NOS.

Depois de um concerto memorável em Lisboa, na maior sala do país, os The Neighbourhood regressam a Portugal no próximo verão para subir ao Palco NOS. A banda californiana esteve hoje em Portugal para apresentar o seu mais recente álbum, ((((((ultraSOUND)))))), que marcou o regresso do grupo aos palcos após uma pausa de três anos. O trabalho mantém a atmosfera sombria e melancólica que define a identidade sonora dos The Neighbourhood, ao mesmo tempo que reafirma a fusão entre indie rock, alt-rock e pop que os tornou uma das bandas mais reconhecidas da sua geração.

Os Faith No More são a primeira confirmação do dia 9 de julho e sobem ao Palco NOS no segundo dia da 19.ª edição do festival. Formados em São Francisco, em 1979, os Faith No More revolucionaram o panorama musical ao desafiar convenções e cruzar géneros tão distintos como o heavy metal, o funk, o hip-hop e o rock progressivo. Desta fusão nasceu uma identidade sonora inconfundível, que ajudou a abrir caminho a novas abordagens dentro do rock e a consolidar a banda como uma das referências incontornáveis do género musical.

O NOS Alive'27 recebe a estreia de sombr em Portugal, no dia 10 de julho. O cantor do momento é um dos artistas que sobe ao Palco NOS no último dia de festival. Nova-iorquino de 20 anos, chega ao NOS Alive'27 com o título de sucessor natural da geração Z no universo do rock, mantendo a sua criação musical apenas consigo - é o único compositor (e co-produtor) das suas canções. Autodidata, descobriu a sua voz num estúdio improvisado no seu quarto, no bairro de Lower East Side, e aprendeu a produzir música enquanto estudava música clássica e interpretação vocal, na prestigiada escola LaGuardia High School.

É com os Tame Impala que se fecham as portas do Passeio Marítimo de Algés depois de três dias únicos. Com a sua 19.ª edição, nos dias 8, 9 e 10 de julho, o NOS Alive prepara-se para escrever mais um capítulo da sua história, reunindo alguns dos maiores nomes da música mundial e uma comunidade de fãs que, ano após ano, faz do festival um dos maiores acontecimentos do verão.

Myles Smith atua no Palco NOS a 10 de julho, ao lado de Tame Impala e sombr. O artista britânico destacou-se internacionalmente com “Stargazing”, conquistou o BRIT Rising Star e um Ivor Novello Award e lançou, em junho de 2026, o seu álbum de estreia, My Mess, My Heart, My Life. Myles Smith junta-se assim ao cartaz da 19.ª edição do festival, que regressa ao Passeio Marítimo de Algés, de 8 a 10 de julho de 2027.

James Blake sobe ao Palco Heineken, no dia 10 de julho, o último dia de festival. Trying Times, o sétimo e mais recente álbum de James Blake que apresenta no NOS Alive’27, é o seu trabalho mais pessoal até ao momento. É um reflexo profundamente íntimo, comovente e sonoramente inventivo. Ao longo dos 13 temas do álbum, Blake explora a instabilidade de viver num momento histórico de profundas mudanças. Com uma honestidade e uma sensibilidade extraordinárias, exprime o enorme desgaste mental e emocional provocado pela realidade atual, mas também mostra como o amor, a amizade e os pequenos gestos quotidianos de bondade que definem essas relações podem servir de conforto.

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