Alexandre Pais, Ana Rita Bessa e Pedro Mexia na comissão para os 900 anos de Portugal
O presidente da Museus e Monumentos de Portugal, Alexandre Pais, a gestora Ana Rita Bessa, o ex-secretário de Estado Pedro Pereira Gonçalves e o escritor Pedro Mexia estão na Comissão Executiva das Comemorações dos 900 anos de Portugal.
O presidente da Museus e Monumentos de Portugal, Alexandre Pais, a gestora Ana Rita Bessa, o ex-secretário de Estado Pedro Pereira Gonçalves e o escritor Pedro Mexia estão na Comissão Executiva das Comemorações dos 900 anos de Portugal.
O anúncio da composição da Comissão Executiva das Comemorações dos 900 anos da Fundação de Portugal, coordenadas pelo ex-vice-primeiro-ministro Paulo Portas - que tomou posse em finais de julho último - foi anunciada pelo Ministério da Cultura, Juventude e Desporto (MCJD).
De acordo com o comunicado do ministério liderado por Margarida Balseiro Lopes, a comissão "reúne percursos diversificados, com uma forte ligação à cultura e experiência nas áreas da gestão e das políticas públicas".
Assim, a comissão reúne o presidente da entidade pública empresarial MMP, o historiador de arte Alexandre Pais, ex-diretor do Museu Nacional do Azulejo, a gestora e editora Ana Rita Bessa, membro não executivo do conselho de administração do Grupo LeYa - que liderou até há poucas semanas -, o gestor Pedro Pereira Gonçalves, ex-secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, e o escritor Pedro Mexia, antigo subdiretor e diretor interino da Cinemateca Portuguesa e ex-assessor para a Cultura do anterior Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa.
A esta comissão "caberá elaborar o programa oficial das comemorações" e, até dezembro, terá de "apresentar o programa dos primeiros três anos, centrado na evocação da Batalha de São Mamede", ocorrida nas proximidades de Guimarães, em junho de 1128, entre as tropas de Teresa de Leão, condessa de Portucale, e as do seu filho, Afonso Henriques.
"A estrutura integra ainda um Conselho Geral, responsável por acompanhar e aprovar a programação, e uma Comissão de Honra, presidida pelo Presidente da República e que inclui os antigos Chefes de Estado vivos", lê-se no comunicado do ministério.
O apoio administrativo, técnico e logístico ao comissariado nacional será assegurado pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, esclarece o ministério.
Para o Governo, "as Comemorações dos 900 anos da Fundação de Portugal pretendem promover o conhecimento da História de Portugal, reforçar a identidade nacional e a consciência cívica e valorizar os acontecimentos fundadores do país".
No seu discurso de tomada de posse, em 23 de julho último, Paulo Portas salientou "o sentido imperativamente nacional que caracteriza as celebrações".
"É Portugal como um todo que estamos a celebrar", enfatizou na ocasião.
"Criadas pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 149/2026, de 17 de julho, as comemorações terão como primeiro grande marco os 900 anos da Batalha de São Mamede, a assinalar em 24 de junho de 2028, prolongando-se depois pela evocação dos momentos históricos que marcaram a consolidação e afirmação de Portugal como realidade política, entre os quais a tradição associada à Batalha de Ourique, em 1139, o Tratado de Zamora, em 1143, e o relevante reconhecimento externo alcançado em 1179 com a bula papal Manifestis Probatum", acrescenta o comunicado do MCJD.
a Museus e Monumentos de Portugal, Alexandre Reis, a gestora Ana Rita Bessa, o ex-secretário de Estado Pedro Pereira Gonçalves e o escritor Pedro Mexia estão na Comissão Executiva das Comemorações dos 900 anos de Portugal.
O anúncio da composição da Comissão Executiva das Comemorações dos 900 anos da Fundação de Portugal, coordenadas pelo ex-vice-primeiro-ministro Paulo Portas - que tomou posse em finais de julho último - foi anunciada pelo Ministério da Cultura, Juventude e Desporto (MCJD).
De acordo com o comunicado do ministério liderado por Margarida Balseiro Lopes, a comissão "reúne percursos diversificados, com uma forte ligação à cultura e experiência nas áreas da gestão e das políticas públicas".
Assim, a comissão reúne o presidente da entidade pública empresarial MMP, o historiador de arte Alexandre Pais, ex-diretor do Museu Nacional do Azulejo, a gestora e editora Ana Rita Bessa, membro não executivo do conselho de administração do Grupo LeYa - que liderou até há poucas semanas -, o gestor Pedro Pereira Gonçalves, ex-secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, e o escritor Pedro Mexia, antigo subdiretor e diretor interino da Cinemateca Portuguesa e ex-assessor para a Cultura do anterior Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa.
A esta comissão "caberá elaborar o programa oficial das comemorações" e, até dezembro, terá de "apresentar o programa dos primeiros três anos, centrado na evocação da Batalha de São Mamede", ocorrida nas proximidades de Guimarães, em junho de 1128, entre as tropas de Teresa de Leão, condessa de Portucale, e as do seu filho, Afonso Henriques.
"A estrutura integra ainda um Conselho Geral, responsável por acompanhar e aprovar a programação, e uma Comissão de Honra, presidida pelo Presidente da República e que inclui os antigos Chefes de Estado vivos", lê-se no comunicado do ministério.
O apoio administrativo, técnico e logístico ao comissariado nacional será assegurado pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, esclarece o ministério.
Para o Governo, "as Comemorações dos 900 anos da Fundação de Portugal pretendem promover o conhecimento da História de Portugal, reforçar a identidade nacional e a consciência cívica e valorizar os acontecimentos fundadores do país".
No seu discurso de tomada de posse, em 23 de julho último, Paulo Portas salientou "o sentido imperativamente nacional que caracteriza as celebrações".
"É Portugal como um todo que estamos a celebrar", enfatizou na ocasião.
"Criadas pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 149/2026, de 17 de julho, as comemorações terão como primeiro grande marco os 900 anos da Batalha de São Mamede, a assinalar em 24 de junho de 2028, prolongando-se depois pela evocação dos momentos históricos que marcaram a consolidação e afirmação de Portugal como realidade política, entre os quais a tradição associada à Batalha de Ourique, em 1139, o Tratado de Zamora, em 1143, e o relevante reconhecimento externo alcançado em 1179 com a bula papal Manifestis Probatum", acrescenta o comunicado do MCJD.
