Alpinista espanhola passa 500 dias em gruta! Consequências para o corpo e mente serão estudadas a partir de hoje
Beatriz Flamini decidiu passar mais de um ano, de forma voluntária, numa gruta.
Há quem decida passar férias bem longe, fazer um retiro espiritual, desligar do mundo mesmo estando em casa e há quem passe 500 dias numa gruta a 70 metros de profunidade.
Foram assim vividos os dias de Beatriz Flamini que de forma voluntária decidiu passar mais de um ano dentro de uma gruta sem acesso a luz natural ou a um relógio para poder perceber a passagem do tempo.
Este desafio, criado pela própria, só agora foi conhecido e hoje, sexta-feira, 14 de abril, Beatriz sai da gruta para que os efeitos destes 500 dias sejam estudados.
As horas, que de acordo com a própria "não passavam", foram ocupadas com livros e com exercício físico.
Ao jornal espanhol "Marca", psicólogos esperam a existência de problemas relacionados com a memória, com a atenção e até com o tempo de reação.
Outro dos efeitos que se espera é a estranheza com que será sentida a luz do sol.
