Bárbara Tinoco: "desta vez não escrevi sobre o ex, mas sobre o atual. É uma mudança"
Entrevista de Diogo Beja à cantora e compositora no podcast Camarim.
Na primeira entrevista após o lançamento do seu novo disco, “Hormonal”, Bárbara Tinoco fala de "um antes” e “um depois” na vida no podcast Camarim numa conversa conduzida por Diogo Beja.
O que será que mudou no camarim de Bárbara Tinoco? A maternidade traz, sem dúvida, um “antes” e um “depois” na vida, e acima de tudo, hormonas que serviram de inspiração para este disco surpresa.
“Hormonal” é o novo trabalho de originais da cantora Bárbara Tinoco e isso foi motivo mais do que suficiente para uma conversa intimista, e sem filtros, no podcast Camarim, da Bauer Media Audio Portugal. Pensemos em todos os momentos da vida em que dizem a uma mulher que ela foi hormonal, como se isso fosse errado.
Quer seja quando se é mãe, quando se tem uma grande paixão adolescente ou até mesmo quando se expressam sentimentos. As hormonas são sempre as culpadas, certo? Este foi o ponto de partida que uniu as canções de amor que Bárbara Tinoco lançou ao longo dos anos, com a entrada na maternidade, e que levou ao culminar de um novo trabalho. Também aqui, tal como na vida, se atravessam desafios que juntam a assinatura clássica de Bárbara Tinoco com sonoridades diferentes.
"A minha filha é o meu super-poder”, diz Bárbara Tinoco, em exclusivo à Rádio Comercial, na conversa guiada por Diogo Beja, no novo episódio do podcast Camarim. Este álbum é uma carta de amor. Não só às hormonas, claro, mas também à filha, Masha, que um dia poderá ouvir nesta cronologia sentimental a história que os pais desenharam a pensar nela.
Palavras de Bárbara Tinoco. Por entre Ocitoxina, a hormona do amor, e Cortisol, a hormona do stress, este projeto começa com “Sangue na Guelra”, que“tinha de ser a primeira [canção]” e ao longo de 17 temas, ouvem-se cartas de amor, medos e risos, todos eles pensados como uma autobiografia, que para ser entendida deve ser ouvida do início ao fim. E com colaborações de peso. Produzido por Charlie Beats, Bárbara Tinoco e Feodor Bivol, o terceiro disco da artista, conta a história imperfeita, mas real, de um amor acompanhado por várias vozes, como Mari Froes e Carolina Deslandes, que marcaram não apenas este projeto, mas a trajetória que levou a artista até aqui.
“A Mari [Froes] e a Carolina [Deslandes] foram a banda sonora do momento mais mágico e vulnerável, mas também feliz, da minha vida. Para mim, alinhou-se tudo. Era mesmo suposto elas participarem no disco. E está tudo encaixadinho de forma perfeita", explica Bárbara Tinoco em entrevista ao podcast Camarim”.
Aos 27 anos, Bárbara Tinoco deixa em “Hormonal”, um “manual de instruções de vida” que nos relembra que hormonas temos todos, e que para a artista, a arma de arremesso “estás muito hormonal”, se torna agora, um hino de mãe para filha. A entrevista completa a Bárbara Tinoco no Camarim pode ser ouvida no Rayo e em todas as plataformas de streaming de áudio e vista no YouTube da Rádio Comercial.
