Bem-vindo, Búfalo!
A China dá às boas vindas ao Búfalo (ou boi de metal), o signo chinês que chega para ultrapassar desafios
Em Lisboa, a festa é feita com a comunidade chinesa a cumprir as regras sanitárias para manter a tradição viva. Algumas ruas da capital estão decoradas com lanternas tradicionais chinesas, vermelhas, para trazer boa sorte, pois a cor vermelha é a cor de sorte e felicidade na cultura chinesa.
No Museu do Oriente este novo ano é celebrado com histórias e sugestões literárias partilhadas nas redes sociais. Também promove outras iniciativas como um workshop online sobre feng shui
Já a Universidade do Minho exibe concerto online e gratuito de cítara chinesa. A professora Zhu Fengping vai interpretar esta sexta, dia 12, pelas 21h30, cinco peças tradicionais no guzheng (cítara chinesa de 21 cordas), como “Radiante de alegria”, “Canção de um barco de pesca ao entardecer” e “A batalha do tufão”. Já sábado, dia 13, das 17h30 às 20h30, o Instituto Confúcio da Universidade do Minho transmite a final da primeira edição do concurso de oralidade “O mundo mágico dos sons e tons da língua chinesa”.
Segundo a mitologia, foi o Imperador de Jade que organizou uma corrida para decidir quais os 12 animais que entravam no zodíaco chinês. O boi ia terminar primeiro, mas acabou por ser o rato, que antes o convencera a dar-lhe boleia, quem saltou por cima da sua cabeça e chegou à meta primeiro.
O Búfalo ou Boi (de metal) é um signo cujos nativos se caracterizam por serem honestos e trabalhadores incansáveis, como o animal que os representa.
Assim, segundo a astrologia chinesa, espera-se a chegada de um ano de trabalho árduo, em que conseguiremos ultrapassar desafios.
O Búfalo destaca a importância de manter o foco, a disciplina e o empenho, já que não é um ano em que as situações se resolvam facilmente.
A nível de saúde, aponta para a fragilidade do sistema respiratório, o que, tendo em conta a pandemia, reforça a importância de ter cuidados redobrados.
