Springsteen: "podemos ser críticos de quem está no poder, mas não pode haver, de forma alguma, lugar para a violência política"
Apesar de ser um vocal opositor de Trump e da atual administração da Casa Branca, Springsteen fez questão de sublinhar a rejeição do uso da violência como forma de protesto após o tiroteio em Washington.
Bruce Springsteen aproveitou o concerto que deu em Austin, nos Estados Unidos, no domingo, para falar do tiroteio que marcou o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, que teve lugar no sábado.
No jantar estavam várias figuras da atual administração norte-americana como o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o vice-presidente, JD Vence.
O tiroteio não provocou vítimas uma vez que o suspeito, Cole Tomas Allen, 31 anos, foi detido pelas forças de segurança antes de entrar na sala onde o jantar estava a ser servido.
Apesar de ser um vocal opositor de Trump e da atual administração da Casa Branca, Springsteen fez questão de sublinhar a rejeição do uso da violência como forma de protesto. "Podemos discordar. Podemos ser críticos de quem está no poder, podemos lutar pacificamente pelas nossas crenças, mas não pode haver, de forma alguma, lugar para a violência política nos Estados Unidos", disse o músico. Springsteen ainda mostrou alívio por não haver registo de feridos.
O suspeito será presente esta segunda-feira a um juiz. O homem, que estaria na posse de várias armas, foi detido no átrio do Hotel Washington Hilton, onde estava a decorrer o jantar.
