Cabaz alimentar monitorizado pela Deco desceu na semana passada

Preço dos 63 bens essenciais desceu 1,53 euros.

O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste desceu 1,53 euros na última semana, fixando-se nos 252,07 euros, informou hoje a associação de defesa do consumidor.

"O cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste, organização de defesa do consumidor, custa esta semana 252,07 euros, o que representa um ligeiro alívio na ordem dos 1,53 euros face à semana anterior", lê-se na informação divulgada.

A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.

Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.

Entre 05 e 12 de agosto, os douradinhos de peixe registaram um aumento de 13% para 6,02 euros, a couve-coração subiu 12% para os 1,94 euros e os flocos de cereais registaram um acréscimo de 11%, para 2,68 euros, os produtos com maiores aumentos de preços.

No início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 10,24 euros (menos 4,23%).

Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 7,77 euros (menos 3,18%).

Já no início de 2022, era possível gastar menos 64,37 euros (uma diferença de 34,29%).

Em relação ao ano passado, a maior subida de preço verificou-se em produtos como o bacalhau graúdo (25% custando atualmente 19,48 euros por quilograma), a couve-coração (25% custando atualmente 1,94 euros por quilograma) e o robalo (21% custando atualmente 10,16 euros por quilograma).

Desde 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (121% para 12,89 euros por quilograma), a couve-coração (95% para 1,94 euros) e o bacalhau graúdo (84% para 19,48 euros por quilograma).