Cabaz alimentar seguido pela Deco Proteste volta a ficar mais caro

Os 63 bens essenciais monitorizados pela associação de defesa do consumidor custam esta semana mais 70 cêntimos.

Resumo IA

• O cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste subiu 70 cêntimos, atingindo 256,26 euros.

• Em comparação com o início do ano, os consumidores gastam mais 14,43 euros e, há um ano, mais 14,50 euros.

• A Deco Proteste alerta para aumentos significativos em produtos como carapau e bacalhau, refletindo a inflação alimentar.

Resumo feito por IA e revisto pela redação da Rádio Comercial

O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste voltou a subir 70 cêntimos, fixando-se nos 256,26 euros, informou hoje a associação de defesa do consumidor.

Depois de ter subido 1,34 euros na semana anterior (255,56 euros), “o cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste, organização de defesa do consumidor, regista um ligeiro aumento esta semana, atingindo os 256,26 euros, o que representa um aumento de 0,70 euros face à semana anterior”, lê-se na informação divulgada.

A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.

Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.

Entre 07 e 14 de outubro, a pescada fresca registou um aumento de 17% para 14,02 euros, o atum posta em óleo vegetal subiu 7% para os 1,49 euros e os medalhões de pescada registaram um acréscimo de 7% para os 7,83 euros, os produtos com maiores aumentos de preços.

No início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 14,43 euros (menos 5,97%).

Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 14,50 euros (menos 6,0%).

Já no início de 2022, era possível gastar menos 68,56 euros (uma diferença de 36,53%).

Em relação ao ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o carapau (37% custando atualmente 5,82 euros por quilograma), o bacalhau graúdo (34% custando atualmente 21,86 euros por quilograma), e a couve-coração (33% o que se reflete num custo de 1,84 euros por quilograma).

Desde 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (116% para 12,56 euros por quilograma), o bacalhau graúdo (106% para 21,86 euros por quilograma) e a couve-coração (85% para 1,84 euros).