Centro histórico de Vila Nova de Cerveira sem carros entre julho e setembro
A autarquia pretende criar "um ambiente urbano mais acolhedor, sustentável e atrativo".
Várias ruas do centro histórico de Vila Nova de Cerveira vão estar interditas ao trânsito automóvel entre 06 de julho e 06 de setembro, revelou hoje a autarquia.
Em comunicado, aquele município do distrito de Viana do Castelo explica que a medida “visa reforçar a mobilidade pedonal, a segurança de residentes e visitantes e a valorização do espaço público”.
A proibição abrange a Rua António José Duro, o Terreiro e a Praça da Liberdade até ao entroncamento com a Rua do Cais; a Rua Queiroz Ribeiro, entre a Rua do Arrabalde e a Praça da Liberdade; a Rua César Maldonado; a Rua Costa Brava; e a Rua Costa Pereira.
“A medida não se aplica a residentes, estabelecimentos comerciais e de restauração, serviços de recolha de resíduos urbanos, agentes de proteção civil, táxis e viaturas municipais”, assegura o município.
De acordo com a câmara, está “garantido o acesso condicionado através da abertura e posterior encerramento das cancelas e floreiras de controlo de circulação”.
Para “assegurar o normal funcionamento da atividade económica instalada no centro histórico” continuam disponíveis zonas de carga e descarga na Praça do Alto Minho, Rua 25 de Abril, Rua do Arrabalde e Praça 16 de Fevereiro.
“A implementação desta medida assume especial relevância durante os meses de verão, período em que Vila Nova de Cerveira regista uma maior afluência de visitantes e acolhe uma programação cultural e turística diversificada”, justifica a autarquia.
A Câmara considera que, “ao privilegiar a circulação pedonal, reforça as condições de mobilidade, segurança e conforto para todos os que vivem, trabalham ou visitam a vila”.
O município lembra que o centro histórico é servido por vários parques de estacionamento localizados a curta distância das zonas abrangidas pela interdição, como o Parque da Praça da Galiza/Largo da Feira, que “disponibiliza estacionamento gratuito, ordenado e de fácil acesso”.
Com a iniciativa, a autarquia espera criar “um ambiente urbano mais acolhedor, sustentável e atrativo, potenciando a fruição do património, o dinamismo comercial e a atividade turística e cultural”.
“Paralelamente, a restrição temporária do tráfego rodoviário permite reduzir os níveis de ruído e as emissões poluentes, promovendo uma melhor qualidade de vida e uma utilização mais harmoniosa do espaço urbano”, acrescenta.
