Chuva, vento forte e agitação marítima. Proteção Civil diz o que fazer nas próximas horas em caso de tempestade
Apesar de o pior já ter passado, mantêm-se os avisos até sábado.
A depressão Martinho já causou mais de 7000 ocorrências, sobretudo na região de Lisboa, causando vários desalojados e feridos.
Entre as principais ocorrências estão as quedas de árvores e estruturas, avança a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) num balanço feito antes das 16h00 desta quinta-feira.
Com chuva, vento e agitação marítima, o primeiro conselho da Proteção Civil é que evite deslocações e "riscos desnecessários".
Mas se não conseguir evitar, as autoridades deixam algumas recomendações para as próximas horas:
- adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo atenção com a formação de lençóis de água
- não estacionar em zonas com histórico de inundações e não atravessar zonas inundadas
- ter especial cuidado na circulação junto a zonas ribeirinhas e na permanência junto da orla costeira
- especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas
- assegurar a desobstrução dos sistemas de escoamento de águas pluviais dos quintais ou varandas e a limpeza de sarjetas, algerozes e caleiras dos telhados de habitações;
Outras recomendações passam por: não praticar atividades relacionadas com o mar; fixar estruturas soltas; retirar bens, equipamentos agrícolas, industriais e veículos das zonas de risco de inundação e colocar os animais em locais seguros, retirando-os de áreas que possam ser inundadas.
Apesar de o pior já ter passado, os avisos à população mantêm-se até sábado.
