Cinco urgências de ginecologia/obstetrícia e duas de pediatria fechadas este domingo
Almada, Vila Franca de Xira, Caldas da Rainha, Leiria, Barreiro e Loures têm serviços encerrados.
Cinco serviços de urgência hospitalares de ginecologia/obstetrícia e dois de pediatria estão este domingo encerrados, a maioria em Lisboa e Vale do Tejo, segundo o Portal do SNS.
De acordo com as Escalas de Urgência do Serviço Nacional de Saúde, estão encerradas hoje as urgências de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Garcia de Orta, em Almada, no distrito de Setúbal, do Hospital Vila Franca de Xira (Lisboa), do Hospital Distrital das Caldas da Rainha (Leiria) e do Hospital Santo André, em Leiria.
Está também encerrada a urgência de Obstetrícia do Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro (Setúbal).
A urgência de Obstetrícia do Hospital de Braga vai estar referenciada, entre as 08:00 e as 24:00, recebendo apenas casos de urgência internos ou referenciados pelo INEM ou pela linha SNS 24, enquanto a urgência de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital de São Bernardo, em Setúbal, entre as 00:00 e as 24:00, recebe apenas casos de urgência internos ou referenciados pelo INEM.
Segundo a informação do Portal do SNS, atualizada pelos hospitais, também vão estar fechadas no fim de semana as urgências de Pediatria do Hospital Vila Franca de Xira e do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, ambos no distrito de Lisboa.
A urgência pediátrica do Hospital Amadora-Sintra (Lisboa) esteve hoje referenciada entre as 00:00 e as 08:00, voltando a estar entre as 20:00 e a meia-noite, altura em que volta a receber apenas casos de urgência internos ou referenciados pelo INEM ou pela linha SNS 24.
As escalas disponibilizadas no portal do SNS, consultadas pela rádio pelas 09h30 de hoje, indicam ainda que cerca de 130 serviços de urgência estarão abertos em todo o país durante o dia de hoje, a que se juntam mais de 30 que estarão a funcionar, mas no âmbito do projeto-piloto, que implica um contacto prévio das utentes com a linha SNS 24.
Os constrangimentos dos serviços de urgência devem-se, sobretudo, à falta de médicos especialistas para assegurarem as escalas, uma situação que é mais frequente em períodos de férias, como o verão e final de ano, e fins de semana prolongados.

