Da Weasel regressam ao MEO Marés agora com orquestra

O festival, antes MEO Marés Vivas e agora MEO Marés, acontece nos dias 17, 18 e 19 de julho, em Leça da Palmeira, Matosinhos.

A edição de 2026 do festival MEO Marés (antes festival MEO Marés Vivas) anunciou a primeira confirmação para o cartaz. 

Os Da Weasel regressam ao festival mas agora acompanhados por uma orquestra sob a direção de Rui Massena. O concerto está marcado para o primeiro dia do festival, a 17 de julho

"Os Da Weasel regressam ao palco do MEO Marés na edição 2026 com orquestra, sob a direção do prestigiado maestro Rui Massena, recuperando o espírito de Da Weasel Goes Symphonic — espetáculo apresentado em Lisboa, junto à Torre de Belém, há precisamente 20 anos, perante uma imensa plateia", diz a nota de imprensa. "O momento marcou profundamente os elementos da banda e viria a inspirar o álbum 'Amor, Escárnio e Maldizer' (2007), parcialmente gravado em estúdio com a Orquestra Sinfónica Nacional Checa", lê-se ainda no comunicado. 

"Para o MEO Marés 2026, o espetáculo preparado será apresentado em três atos, com um novo alinhamento que conduz o público numa viagem avassaladora, desde os grandes sucessos da banda até ao reportório mais intenso e pesado. As músicas interpretadas com orquestra contam com os arranjos originais concebidos por Rui Massena. O concerto trará ainda uma novidade absoluta: a estreia ao vivo de um tema nunca antes apresentados em palco, com arranjos para orquestra criados de raiz para este espetáculo". 


Os Da Weasel atuaram em 2023 no festival - concerto que reuniu mais de 40 mil pessoas. 

O MEO Marés – que este ano terá lugar em Leça da Palmeira (Matosinhos) – dá início a um novo capítulo na história do festival e reforçando a sua ambição, escala e experiência para o público”, refere o comunicado de imprensa. "Sem abdicar do ADN que o tornou uma referência no panorama musical nacional, o festival consolida a sua identidade como MEO Marés e reforça a sua ligação ao Norte do país", lê-se na nota.

"A mudança para Matosinhos cria condições reforçadas para o público, artistas e parceiros, garantindo acessos mais eficientes, maior acessibilidade e uma experiência mais inclusiva, pensada para todos os que visitam o recinto. A edição de 2026 mantém os pilares essenciais do festival — música, cultura, inovação tecnológica, inclusão e sustentabilidade — e introduz um conjunto de novidades, que vão desde melhorias no recinto, novas experiências, ativações com as marcas e ainda uma nova vertente: a da arte. A nova localização possibilita ainda reforçar a ligação ao território, ao mar e à mobilidade, bem como à oferta turística e cultural da região, integrando o festival na dinâmica urbana e na vida cultural de Matosinhos, com condições que promovem conforto, proximidade e inclusão", refere a organização em comunicado. 

O festival Marés Vivas - agora MEO Marés - acontecia em Vila Nova de Gaia e teve várias localizações, desde a praia do Cabedelo, a antiga seca do bacalhau e, nos últimos quatro anos, o antigo parque campismo da Madalena.