Derrocadas provocam vários cortes de trânsito na Sertã
EN2 com trânsito cortado da Barragem do Cabril até Pedrógão Pequeno (alternativa IC8) e condicionada entre Pedrógão Pequeno até ao limite do concelho com Vila de Rei.
A Câmara da Sertã cortou várias ruas, estradas e caminhos municipais devido aos deslizamentos e derrocadas que têm provocado danos nas vias, na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta pelo território.
“O elevado índice de precipitação que se tem registado tem provocado deslizamento de vertentes e danos em algumas vias, afetando a normal circulação rodoviária. Assim, no que respeita a estradas no concelho, registam-se alguns cortes e condicionamentos”, explicou, em comunicado, este município do distrito de Castelo Branco.
Segundo a informação disponibilizada, a Estrada Nacional 2 (EN2) tem o trânsito rodoviário cortado desde a Barragem do Cabril até Pedrógão Pequeno (alternativa IC8) e encontra-se condicionada entre Pedrógão Pequeno até ao limite do concelho com Vila de Rei.
Em Pedrógão Pequeno, a Rua Casimiro Freire teve de ser cortada por perigo de queda de uma fachada para a via pública e na União de Freguesias de Cernache do Bonjardim, Nesperal e Palhais, na Rua do Vale Casal o trânsito está cortado.
Já o Caminho Municipal 1130, na freguesia da Sertã, está cortado à circulação rodoviária.
Existem ainda condicionamentos no cruzamento desde a EN238 (junto à Portela de Oliveira) até à Foz da Sertã (União de Freguesias de Cernache do Bonjardim, Nesperal e Palhais) e no Caminho Municipal 1116 (entre Pinheiro a Aldeia Velha) e no Caminho Municipal 1117.
No que diz respeito à reposição da energia elétrica, todos os 280 postes de transformação do concelho estão energizados, dos quais 246 ligados à rede de média tensão e 34 alimentados por geradores, prosseguindo os trabalhos quer na média, quer na baixa tensão.
Já o apoio psicossocial, que estava a decorrer na biblioteca municipal, vai passar a realizar-se exclusivamente na Câmara Municipal da Sertã, no Setor de Ação Social, nos dias úteis das 09:00 às 12:30 e das 13:30 às 17:00.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
