Dia Mundial do Teatro de norte a sul

A data vai ser assinalada com vários espetáculos gratuitos, mais baratos ou com receitas a reverterem para os refugiados ucranianos.

O Dia Mundial do Teatro celebra-se a 27 de março e, para assinalar a data, há vários espetáculos teatrais gratuitos, com bilhetes mais baratos ou a reverter para os refugiados ucranianos. 

Começamos pelo Porto onde a Seiva Trupe irá estrear no dia 27 de março “Três Mulheres em Torno de um Piano”, na Sala Estúdio Perpétuo, na Rua Costa Cabral, 128.  Depois de nove anos de “casa às costas” esta estreia tem um sabor especial neste Dia Mundial do Teatro.

Em Guimarães, sobe ao palco “Orgia”, um texto de Pier Paolo Pasolini, com encenação de Nuno M. Cardoso e interpretação de Albano Jerónimo e Beatriz Batarda.

Em Coimbra, o Teatro Académico Gil Vicente  começa a celebração às 15h30, com o lançamento de um livro com textos para teatro de Elmano Sancho: “I Can’t Breath/Damas da Noite/A Última Estação”. No palco, o ator e dramaturgo apresenta “Damas da Noite”, pelas 19h.

No concelho de Vila Franca de Xira, no Teatro-Estúdio Ildefonso Valeiro estreia-se “Sr. Kolpert”, do alemão David Gieselmann. “Uma comédia diabólica” que tem como ponto de partida o filme “The Rope” de Alfred Hitchcock, encenada por Toni Cafiero.

Em Lisboa, no Teatro Nacional D. Maria II e em formato online, podemos ver “Praça dos Heróis”, de Thomas Bernhard, numa encenação de David Pereira Bastos, que nos leva até às memórias da II Guerra Mundial e o papel da Áustria no conflito.

No Teatro da Trindade, assista à excelente comédia “O Amor é Tão Simples”, de Noël Coward, numa encenação de Diogo Infante.

No Teatro São Luiz, podemos assistir à última peça que Jorge Silva Melo escolheu para levar a palco: “Vida de Artistas. O palco municipal promove ainda uma visita ao Teatro Romano de Lisboa e ao próprio São Luiz. O ponto de encontro será no Teatro Romano, às 11 horas de dia 27.

Em Cascais, no Teatro Experimental, dirigido por Carlos Avilez, é Natália Correia que é representada, num monólogo com Marco d’Almeida: “Charlote - Eu Sou a Minha Própria Mulher”.

Em Almada, e na sala experimental do Teatro Municipal Joaquim Benite podemos ver “Além da Dor”, de Alexander Zeldin. Trata-se de  uma história sobre os invisíveis da sociedade, dos que acordam antes dos outros e limpam os restos dos que vivem de dia. Almada recebe também na sua sala principal, neste sábado, uma encenação de Miguel Seabra, do Teatro Meridional, “Ilhas”.

Em Faro, e no Teatro Lethes a proposta passa por "À Deriva", uma versão livre de Alexandre Honrado a partir de um texto da autoria de Athol Fugard, sobre um caso verídico ocorrido durante o regime do apartheid na África do Sul.