"Digo Não!": prevenção digital para os mais pequenos com música, dança e sem alarmismos

Oiça a entrevista a Daniella Starfield, a autora e letrista que criou o projeto.

"Digo Não!" é o nome de uma campanha de sensibilização " que transforma a prevenção no mundo digital numa mensagem que se ouve, canta, dança e memoriza ", conta o comunicado de imprensa. 

A ideia partiu de Daniella Starfield, autora, letrista e empreendedora criativa, cujo um percurso tem sido feito em torno da "música, da educação emocional e do ativismo na defesa dos direitos da infância".

"Digo Não!", para crianças dos 5 aos 10 anos, "encontra na arte uma forma próxima e acessível de falar com as crianças sobre os desafios do mundo digital, dando-lhes ferramentas para se protegerem sem lhes incutir medo".

A campanha "parte de uma ideia simples: a melhor proteção digital não passa pelo medo, mas pela capacidade de a criança reconhecer situações, dizer não, pedir ajuda e confiar em quem a protege. A campanha assenta em quatro mensagens fundamentais: 'Eu sei dizer não. Eu peço ajuda. Eu penso antes de partilhar. Eu confio em quem me protege', que dão forma à própria letra da música e transformam princípios de prevenção em frases simples, fáceis de compreender e memorizar”, lê-se na nota.

"A própria canção ensina comportamentos de proteção digital, permitindo que estes sejam assimilados através de uma experiência que faz parte do universo das crianças: ouvir, cantar, dançar e repetir".

A canção, que já está disponível nas plataformas digitais, conta com a participação do Coro Infantil e Juvenil de Pevidém e dos bailarinos da BW Crew.

ENTREVISTA A DANIELLA STARFIELD

A iniciativa "Digo Não" mereceu uma versão em português do Brasil que coube na voz da cantora brasileira Alinne Araújo. O objetivo foi "estender o projeto ao público brasileiro, alargando o alcance da mensagem".

"Além do single, o projeto estende-se às escolas e comunidades educativas através de um workshop. Acompanhado por um kit pedagógico, levará a mensagem e permitirá a professores e educadores trabalhar os conteúdos de forma autónoma e prolongar a sensibilização para além da música".