Documentário sobre 'We Are the World' estreia-se este mês
"The Greatest Night In Pop" é exibido no Festival de Sundance, antes de entrar na grelha da Netflix, nos Estados Unidos.
A noite em que se concentraram no estúdio muitas das maiores estrelas da música norte-americana num estúdio, a 28 de janeiro de 1985, para gravarem o single de ajuda contra a fome na Etiópia, 'We Are the World', mereceu o documentário "The Greatest Night In Pop", que se estreia no famoso festival de cinema de Sundance, a 19 de janeiro, e que entra na programação da Netflix, nos Estados Unidos, a 29 de janeiro. A Netflix, em Portugal, ainda não anunciou na sua grelha este documentário, entre as próximas novidades.
A partir da iniciativa de Harry Belafonte, com Michael Jackson e Stevie Wonder na composição e Quincy Jones na produção, juntaram-se-lhes lendas norte-americanas como Stevie Wonder, Ray Charles, Bruce Springsteen, Diana Ross, Bob Dylan, Tina Turner, Paul Simon, Billy Joel, Willie Nelson, Dionne Warwick, Cyndi Lauper, Smokey Robinson, Huey Lewis, Kenny Rogers, ou Bette Midler.
"The Greatest Night In Pop" conta com depoimentos atuais de alguns dos envolvidos como Lionel Richie, Bruce Springsteen, Smokey Robinson, Huey Lewis e narra todo o processo de escrita e gravação do êxito global 'We Are the World', uma espécie de milagre tornado possível em poucos dias, em janeiro de 1985.
O lançamento do single humanitário dinamizado por Bob Geldof, 'Do They Know It's Christmas?', em dezembro de 1984, e que agregou muitos dos músicos britânicos mais mediáticos de então, foi o ímpeto para a classe de estrelas musicais dos Estados Unidos se juntar e gravar 'We Are the World' no mês seguinte.
O apogeu deste movimento anglo-americano de músicos em ajuda à população faminta na Etiópia tornar-se-ia o "Live Aid", a 13 julho de 1985, com espetáculos simultâneos nos antigos estádios de John F. Kennedy (em Filadélfia) e do Wembley (em Londres), com transmissão televisiva planetária em direto a uma escala então inédita.
