Dos transportes às escolas, que impacto terá a greve geral?
A paralisação convocada pela CGTP está marcada para a próxima quarta-feira, dia 3 de junho.
A greve geral convocada pela CGTP contra a reforma laboral pode paralisar o país na próxima quarta-feira, dia 3 de junho.
A Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações já anunciou que vai aderir à paralisação. Os pré-avisos abrangem trabalhadores do Metro de Lisboa, da Carris, da Transtejo/Soflusa, da Fertagus, do Metro do Mondego, do Metro do Porto, da STCP e da CP.
A CP já avisou os passageiros para possíveis perturbações na circulação de comboios no dia 3, que podem estender-se aos dias 2 e 4 de junho, não havendo ainda serviços mínimos decretados.
Nos aeroportos também podem haver perturbações, com a adesão dos sindicatos que representam tripulantes e trabalhadores do handling.
Na educação juntam-se à greve geral a FENPROF, o Sindicato de Todos os Profissionais de Educação e os sindicatos regionais, o que pode levar ao encerramento de muitas escolas.
Também sindicatos de arquitetos, médicos, enfermeiros e jornalistas já anunciaram a adesão ao protesto.
Na Autoeuropa, os trabalhadores aprovaram a moção de apoio e compromisso para a greve geral de 3 de junho.

