"Encerrar maternidades não é solução nem a longo nem a curto prazo", defende Ayres-de-Campos
Presidente da Sociedade Europeia de Medicina Perinatal diz que modelo encontrado em Portugal "não se faz em parte nenhuma da Europa".
O encerramento rotativo de maternidades não é uma solução nem a longo nem a curto prazo, defende o presidente da Sociedade Europeia de Medicina Perinatal. Diogo Ayres-de-Campos diz que o modelo encontrado em Portugal "não se faz em parte nenhuma da Europa".
Diogo Ayres de Campos é tambem presidente da Federação das Sociedades Portuguesas de Obstetrícia e Ginecologia. Sublinha que "o encerramento de várias urgências leva a que nas maternidades se induza o parto para evitar deslocações".
O médico explica que "fechar maternidades não pode ser uma solução a longo prazo".
Diogo Ayres-de-Campos fez parte do grupo de trabalho que contribui para a orientação da Direçãp-Feral da Saúde (DGS) sobre os cuidados de saúde em blocos de parto. Considera que a "orientação é clara de que há práticas desaconselhadas". Sublinha ainda que "as normas da DGS podem ser o início do caminho para melhorar a experiência nos partos".
O dia mundial da grávida é assinalado esta segunda-feira.
