Entrega de IRS começa esta segunda-feira

Os contribuintes têm três meses para submeter as declarações de impostos referentes aos rendimentos de 2023.

Antes de entregar o IRS convém verificar bem os dados que estão pré-preenchidos pelo Fisco, nomeadamente as deduções à coleta: têm de bater certo com os dados do e-fatura.

Se for trabalhador por conta de outrém, se for independente no regime simplificado do IRS ou se tiver rendimentos de pensões, pode ter direito ao IRS automático, ou seja, a uma declaração já pré-preenchida e com uma proposta de liquidação que o contribuinte só tem de aceitar.

E quem tiver IRS automático, mas não concordar com os valores inscritos, pode preencher manualmente a declaração. O IRS automático, no entanto, é mais rápido, a liquidação fica logo feita e, portanto, os reembolsos a que haja lugar também são mais rápidos.

E por falar em reembolsos, lembramos que no ano passado entraram em vigor as novas tabelas de retenção na fonte, com uma formula de cálculo diferente e que, na prática, aproximaram o IRS retido mensalmente pelos contribuintes por aquele que efetivamente têm a pagar no fim do ano. Quer isto dizer, que quem  já recebia poucos reembolsos, pode receber nada agora ou ter imposto a pagar.

Em todo o caso, quando preencher a declaração, não se esqueça de verificar se o NIB está correto.

O último passo será a submissão da declaração, que é identificada por uma referência. Guarde esse número bem como o comprovativo. A nota de liquidação chega mais tarde.