Espanha vai decretar zonas de catástrofes
Governo espanhol quer preparar a "reconstrução e a recuperação" dos territórios afetados pelos incêndios.
O Governo de Espanha vai declarar esta terça-feira zonas de catástrofe os territórios afetados pelos grandes incêndios que atingem o país, para preparar a "reconstrução e a recuperação", de acordo com o primeiro-ministro, Pedro Sánchez.
O decreto que vai declarar "zonas gravemente afetadas por emergências de proteção civil" as áreas calcinadas pelos fogos vai ser aprovado pelo Conselho de Ministros e acionar o processo de levantamento dos danos causados pelas chamas, permitindo "começar a avaliar a magnitude da catástrofe", disse Sánchez.
Espanha declarou a situação de emergência nacional na semana passada nas províncias de Madrid, Ávila e Toledo, no centro do país, por causa de incêndios que já queimaram mais de 80.000 hectares e levaram a retirar de casa ou confinar mais de 90.000 pessoas desde quinta-feira.
A área ardida em todo o país desde o início do ano ascende a 170.000 hectares, seis vez mais do que no mesmo período de 2025, e o incêndio de Ávila, com mais de 50.000 hectares queimados, é já o maior de que há registo na história de Espanha, indicou o governo.
O decreto que vai declarar "zonas gravemente afetadas por emergências de proteção civil" as áreas calcinadas pelos fogos vai ser aprovado pelo Conselho de Ministros e acionar o processo de levantamento dos danos causados pelas chamas, permitindo "começar a avaliar a magnitude da catástrofe", disse Sánchez.
Espanha declarou a situação de emergência nacional na semana passada nas províncias de Madrid, Ávila e Toledo, no centro do país, por causa de incêndios que já queimaram mais de 80.000 hectares e levaram a retirar de casa ou confinar mais de 90.000 pessoas desde quinta-feira.
A área ardida em todo o país desde o início do ano ascende a 170.000 hectares, seis vez mais do que no mesmo período de 2025, e o incêndio de Ávila, com mais de 50.000 hectares queimados, é já o maior de que há registo na história de Espanha, indicou o governo.
