Estrada Nacional 2 junto ao Castelo de Abrantes vai manter-se com trânsito condicionado
Dessde o início de março, a circulação faz-se numa única via, em sentido alternado e regulado por semáforos.
A circulação na Estrada Nacional 2 (EN2), junto ao Castelo de Abrantes, vai manter-se condicionada por tempo indeterminado, por razões de segurança, enquanto decorre o desenvolvimento do projeto de estabilização profunda do talude, indicou na sexta-feira a Infraestruturas de Portugal (IP).
Em resposta à Lusa, indicou que “não foram identificados indícios de instabilidade global na encosta” do castelo, em Abrantes, distrito de Santarém, mas “subsiste risco de erosão superficial nos taludes”, estando a situação a ser monitorizada regularmente.
A empresa referiu ainda que está a “desenvolver soluções de projeto para uma intervenção mais profunda que permita reduzir o risco geológico e geotécnico” e que, “até à concretização dessa intervenção, a estrada deverá manter os atuais condicionalismos de circulação como medida preventiva de segurança”.
O troço afetado, entre os quilómetros 402 e 40, reabriu parcialmente em 04 de março, após um corte total ao trânsito desde 11 de fevereiro, na sequência de deslizamentos de terras e queda de blocos rochosos provocados pela chuva forte registada desde janeiro.
Assim, desde o início de março, a circulação faz-se numa única via, em sentido alternado e regulado por semáforos.
Entretanto, a Câmara e a IP reforçaram a sinalização no local para desviar veículos pesados do centro urbano.
