Ex-Presidente da Câmara de Montalegre fica em prisão preventiva
Os restantes arguidos saíram em liberdade.
O presidente da Câmara de Montalegre, Orlando Alves, ficou hoje em prisão preventiva no âmbito das investigações da operação Alquimia, após decisão do Tribunal de Instrução Criminal do Porto, sendo o único com a medida de coação mais gravosa.
De acordo com um comunicado do Juízo de Instrução Criminal do Porto, os restantes arguidos do processo - o vice-presidente David Teixeira e o chefe de gabinete da divisão de obras municipais - saíram em liberdade.
David Teixeira terá de pagar uma caução de 100 mil euros, fica suspenso de funções públicas e tem a "obrigação de não permanecer, ou não permanecer sem autorização, no concelho de Montalegre".
Estão indiciados da prática de vários crimes, entre eles associação criminosa, prevaricação, falsificação de documentos, abuso de poder e participação económica em negócio.
