Foco e alma para derrubar as muralhas marroquinas

Marrocos é o último obstáculo de Portugal para chegar às meias-finais.

Que a história se mantenha este sábado: sempre que Portugal chegou aos quartos de final do Mundial, seguiu para as meias-finais. Foi assim em 1966 e em 2006.

É certo que em ambas as vezes não chegou ao decisivo jogo da competição mas isso já são outras contas.

Para já, interessa olhar para o jogo de hoje, frente à surpresa do Mundial: Marrocos, que em quatro jogos, apenas sofreu um golo. Na verdade, um autogolo do adversário mais insuspeito de todos os que defrontou: o improvável Canadá, mesmo jogando com Bélgica, Espanha e a já semi-finalista Croácia.

Uma seleção que quer fazer história: tornar-se a primeira africana de sempre a chegar às meias-finais de Mundiais, depois de aproximações frustradas de Camarões, Senegal e Gana.

 

 

Depois da vitória convincente sobre a Suíça, Portugal volta a entrar em ação, num onze que não deverá sofrer alterações, ou seja, com Ronaldo a começar no banco de suplentes.

PORTUGALDiogo Costa | Dalot, Pepe, Rúben Dias e Guerreiro | William, Bruno Fernandes, Otávio e Bernardo Silva | Gonçalo Ramos e João Félix

MARROCOS: Bono | Hakimi, Aguerd, Saiss e Mazraoui | Amrabat, Amallah e Ounahi | Boufal, En Nesyri e Ziyech

 

 

No Al Thumama Stadium, o argentino Facundo Torres dirige a partida a partir das 15h00, com o compatriota Marc Vigliano como VAR.

O vencedor do jogo entre Portugal e Marrocos vai defrontar o vencedor do França - Inglaterra, na próxima quarta-feira.