Frente Comum prevê "fortes perturbações" nos serviços públicos devido à greve

O impacto vai ser sobre vários serviços públicos, como finanças e segurança social, hospitais e escolas.

A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública espera "uma grande adesão" à greve nacional que decorre hoje, prevendo "fortes perturbações" em vários serviços públicos, como finanças e segurança social, nos hospitais e nas escolas.

O líder da Frente Comum, Sebastião Santana, disse à Agência Lusa que os efeitos da greve nacional começaram a sentir-se já durante a noite de quinta-feira e na madrugada de hoje, sobretudo nos hospitais e na recolha do lixo.

"Prevemos uma grande adesão e perturbações ou encerramento de vários serviços, como é o caso dos serviços de finanças, da segurança social e das lojas do cidadão", indicou o sindicalista.

Sebastião Santana disse que "várias escolas deverão fechar em todo o país" uma vez que sindicatos dos professores e do pessoal não docente anunciaram a adesão ao protesto.

A Frente Comum reivindica um aumento dos salários em pelo menos 15%, com um mínimo de 150 euros por trabalhador, para fazer face ao "brutal aumento do custo de vida".