GNR de Santarém diz que feridos graves em acidente no Cartaxo "não correm risco de vida"

Colisão entre veículo pesado de mercadorias e o autocarro provocou 38 feridos.

Os feridos graves no acidente da tarde desta terça-feira entre um autocarro e um pesado de mercadorias na Estrada Nacional 3 (EN3), no Cartaxo, “não correm risco de vida”, indicou o capitão João Romano, da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Santarém.

Em declarações aos jornalistas no local, João Romano disse que, de acordo com os “dados provisórios” disponíveis, a colisão entre o veículo pesado de mercadorias e o autocarro provocou 38 feridos, dos quais três graves.

“Um dos feridos graves trata-se do condutor do veículo pesado de passageiros”, adiantou, referindo não conseguir precisar se os outros dois feridos graves estavam também dentro do autocarro.

Ainda segundo João Romano, “as três vítimas graves não correm risco de vida” e já foram todas transportadas de ambulância para diferentes hospitais.

Os feridos ligeiros ainda estavam pelas 17h00 a ser retirados no local do acidente, na zona de Cruz do Campo, no concelho do Cartaxo, distrito de Santarém.

Os dois veículos envolvidos no acidente “circulavam em sentidos opostos” EN3, acrescentou o capitão da GNR.

Fonte da Proteção Civil contactada pela Lusa pelas 16h50 disse não ter indicação de mais nenhuma atualização do número de feridos.

A mesma fonte adiantou que 23 dos feridos foram transportados para as unidades hospitalares de Santarém, Abrantes, Torres Novas (no distrito de Santarém), Vila Franca de Xira, São Francisco de Xavier e Santa Maria (distrito de Lisboa).

O alerta para o acidente foi dado às 14h23 e pelas 17h00 a estrada continuava cortada nos dois sentidos.

Em comunicado, a Jerónimo Martins adianta que o acidente ocorrido esta tarde com “o serviço de transporte”, que contratou externamente, envolveu 41 colaboradores do grupo.

Os colaboradores tinham partido de Santarém e dirigiam-se para o centro de distribuição logístico, na Azambuja, acrescenta o grupo.

Lamentando o acidente, a Jerónimo Martins adianta estar “a acompanhar com preocupação o evoluir dos acontecimentos”, tendo deslocado para o local as suas “equipas de médicos, enfermeiros, psicólogos e de recursos humanos, que estão à inteira disposição das autoridades para o que for necessário”.