Governo e médicos voltam a reunir-se este domingo
Encontro acontece esta tarde após uma reunião inconclusiva na passada sexta-feira.
O governo realiza hoje uma nova ronda negocial com a Federação Nacional dos Médicos (Fnam) e o Sindicato Independente dos Médicos (SIM), após uma reunião inconclusiva na passada sexta-feira.
Na ocasião, os dois sindicatos apresentaram à tutela uma contraproposta negocial na qual exigem a reposição do horário semanal de 35 horas para todos os médicos que assim o desejem e das 12 horas semanais de trabalho no Serviço de Urgência, bem como um aumento salarial transversal de 30%.
As negociações entre o Ministério da Saúde o SIM e a Fnam iniciaram-se em 2022, mas a falta de acordo tem agudizado a luta dos médicos, com greves e declarações de escusa ao trabalho extraordinário além das 150 horas anuais obrigatórias, o que tem provocado constrangimentos e fecho de serviços de urgência em hospitais do país.
Esta situação levou o diretor executivo do SNS, Fernando Araújo, a avisar que, se os médicos não chegarem a acordo com o Governo, novembro poderá ser o pior mês em 44 anos do SNS.
Na ocasião, os dois sindicatos apresentaram à tutela uma contraproposta negocial na qual exigem a reposição do horário semanal de 35 horas para todos os médicos que assim o desejem e das 12 horas semanais de trabalho no Serviço de Urgência, bem como um aumento salarial transversal de 30%.
As negociações entre o Ministério da Saúde o SIM e a Fnam iniciaram-se em 2022, mas a falta de acordo tem agudizado a luta dos médicos, com greves e declarações de escusa ao trabalho extraordinário além das 150 horas anuais obrigatórias, o que tem provocado constrangimentos e fecho de serviços de urgência em hospitais do país.
Esta situação levou o diretor executivo do SNS, Fernando Araújo, a avisar que, se os médicos não chegarem a acordo com o Governo, novembro poderá ser o pior mês em 44 anos do SNS.
