Greve da administração pública pode afetar escolas e hospitais
Paralisação convocada pela Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesinap).
Os trabalhadores da Administração Pública fazem esta sexta-feira uma greve contra o pacote laboral apresentado pelo Governo, sendo esperado que a educação e a saúde sejam os setores mais afetados, segundo a federação de sindicatos independentes.
A greve, convocada pela Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesinap), e que tem serviços mínimos, abrange os trabalhadores de todas as carreiras da Administração Pública, sejam gerais ou especiais.
A retirada imediata da proposta de reforma laboral, pedir uma reunião urgente com o Governo sobre a reforma "Trabalho XXI", o fim da discriminação sindical praticada pelo executivo e participação efetiva da Fesinap nas negociações laborais são os motivos da greve, de 24 horas.
Em declarações à agência Lusa, o secretário-geral da Fesinap, Mário Rui, disse que a educação, incluindo professores e pessoal não docente, e a saúde, incluindo médicos e enfermeiros "poderão ser os setores mais afetados na sequência da paralisação".
A greve, convocada pela Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesinap), e que tem serviços mínimos, abrange os trabalhadores de todas as carreiras da Administração Pública, sejam gerais ou especiais.
A retirada imediata da proposta de reforma laboral, pedir uma reunião urgente com o Governo sobre a reforma "Trabalho XXI", o fim da discriminação sindical praticada pelo executivo e participação efetiva da Fesinap nas negociações laborais são os motivos da greve, de 24 horas.
Em declarações à agência Lusa, o secretário-geral da Fesinap, Mário Rui, disse que a educação, incluindo professores e pessoal não docente, e a saúde, incluindo médicos e enfermeiros "poderão ser os setores mais afetados na sequência da paralisação".
