Greve de 24 horas na função pública pode paralisar escolas e vários serviços
Três estruturas sindicais afetas à CGTP convocaram para esta sexta feira uma greve e uma manifestação dos trabalhadores do Estado.
Três estruturas sindicais afetas à CGTP convocaram para esta sexta feira uma greve e uma manifestação dos trabalhadores do Estado que poderá paralisar escolas, universidades, serviços da Segurança Social, do registo e notariado, da justiça e da recolha de lixo.
A paralisação é marcada em conjunto pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS), pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins (STAL) e pelo Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML).
A greve, com início às 00:00 de hoje e com duração de 24 horas, abrange os cerca de 350 mil trabalhadores das carreiras gerais da Administração Pública central, direta e indireta, local e regional, nomeadamente assistentes operacionais, assistentes técnicos e técnicos superiores.
Os sindicatos reivindicam uma valorização imediata das carreiras destes profissionais, que segundo afirmam serão "os mais mal pagos da administração pública", o reconhecimento das especificidades das profissões e o início imediato das negociações salariais sem esperar pelo próximo ano.
Pelas 11:00, está prevista uma manifestação entre a Praça da Figueira e o Ministério das Finanças, em Lisboa, onde se realizará uma concentração com a presença do secretário-geral da CGTP-IN, Tiago Oliveira.
