Grupo empresarial do Minho volta a dar férias em destinos tropicais

O grupo bracarense Bernardo da Costa decidiu também aumentar o salário mínimo para 850 euros.

Depois de Punta Cana ou Jamaica, o grupo bracarense Bernardo da Costa prevê voltar a dar aos funcionários, que trabalham em Portugal, férias em destinos tropicais.

"Este ano está previsto fazermos uma viagem em junho, se a pandemia permitir", disse ao Negócios o CEO Ricardo Costa, que é neto do fundador do grupo.

Durante a pandemia a oferta turística foi convertida em prémios anuais de 500 euros.

Além de viagens de sonho, o grupo oferece seguro de saúde, dia de aniversário, uma sala de diversões, dias temáticos (como dia croissant ou pastel de nata) ou serviço de lavandaria no local de trabalho. 

Entretanto, o grupo decidiu também aumentar o salário mínimo para 850 euros, valor que está em vigor desde o início do ano.

"Só com pessoas motivadas, felizes e justamente remuneradas , conseguiremos contribuir para o crescimentos das nossas em presas", sublinha Ricardo Costa.

O grupo Bernardo da Costa emprega 239 pessoas e fatura 60 milhões de euros. Fundado em 1957, o grupo começou por se dedicar ao negócio de instalações elétricas de apoio à construção civil, mas tem vindo a diversificar o leque de atividades. Atualmente tem oito empresas e opera na distribuição de segurança eletrónica em Portugal, Espanha e Marrocos.

Em 2017 criou o Departamento da Felicidade "inteiramente dedicado ao bem-estar de todas as pessoas".