Conselho de Estado sobre coesão social durou cinco horas, PR "valorizou" contributos

Comunicado emitido depois da reunião adianta que foram debatidos temas como a desigualdade, coesão territorial e acesso a bens essenciais.

Resumo IA

• O Presidente da República ouviu conselheiros de Estado sobre coesão social e desigualdades.

• António José Seguro valorizou os contributos e destacou a importância da coesão para a confiança nas instituições.

• A reunião decorreu das 15:10 às 20:00, sem conclusões divulgadas.

Resumo feito por IA e revisto pela redação da Rádio Comercial

O Presidente da República ouviu esta segunda-feira os conselheiros de Estado sobre desigualdades, coesão territorial, acesso à habitação, educação e saúde e "valorizou os contributos apresentados", considerando que "enriqueceram a reflexão" sobre a coesão social.

Esta informação consta de um comunicado divulgado no fim da reunião do Conselho de Estado, no qual se lê também que o Presidente da República, António José Seguro, reafirmou "a importância da coesão social para a confiança dos cidadãos nas instituições democráticas".

A reunião do órgão político de consulta do Presidente da República - convocada num contexto de manifestações pelo direito à habitação, em que António José Seguro tem apelado ao diálogo para soluções de curto e de longo prazo - teve início cerca das 15:10 e acabou pelas 20:00, com quatro ausências.

No comunicado divulgado à comunicação social, que não dá conta de conclusões desta reunião, refere-se que "os conselheiros de Estado foram ouvidos sobre os caminhos que consideram adequados para o reforço da coesão social, enquanto condição para a resposta aos desafios estruturais do país, designadamente nos domínios da desigualdade, da coesão territorial e do acesso a bens essenciais, como habitação, educação e saúde".

"O Presidente da República valorizou os contributos apresentados pelos conselheiros do Estado, enriqueceram a reflexão sobre esta matéria, reafirmando a importância da coesão social para a confiança dos cidadãos nas instituições democráticas", acrescenta-se.