Hamas compromete-se a iniciar hoje a libertação dos reféns
A libertação faz parte do acordo de paz impulsionado pelos Estados Unidos.
Hamas comprometeu-se a iniciar hoje a libertação dos 48 reféns, maioritariamente israelitas, ainda detidos em Gaza, no âmbito do acordo de paz impulsionado pelos Estados Unidos que foi alcançado na semana passada em negociações no Egito.
"Em conformidade com o acordo assinado, a troca de prisioneiros deve começar na segunda-feira de manhã, como combinado, e não há novidades a esse respeito", disse, no sábado, um representante do grupo radical palestiniano, identificado como Oussama Hamdane.
Depois de concluída a entrega, Israel deverá libertar cerca de 2.000 detidos palestinianos das suas prisões, de acordo com os termos da primeira fase de um acordo de cessar-fogo assinado pelas duas partes.
No domingo, o exército israelita afirmou esperar que nem todos os corpos dos reféns ainda na Faixa de Gaza sejam devolvidos na segunda-feira.
Segundo Telavive, dos 48 reféns (47 dos quais raptados a 07 de outubro de 2023, durante os ataques do Hamas a Israel, que deram início à guerra, e um soldado morto em 2014, cujos restos mortais estão na posse do grupo extremista palestiniano), 20 estão vivos e 28 mortos.
Os reféns que Israel acredita continuarem vivos são todos homens com idades compreendidas entre os 20 e os 48 anos.
"Em conformidade com o acordo assinado, a troca de prisioneiros deve começar na segunda-feira de manhã, como combinado, e não há novidades a esse respeito", disse, no sábado, um representante do grupo radical palestiniano, identificado como Oussama Hamdane.
Depois de concluída a entrega, Israel deverá libertar cerca de 2.000 detidos palestinianos das suas prisões, de acordo com os termos da primeira fase de um acordo de cessar-fogo assinado pelas duas partes.
No domingo, o exército israelita afirmou esperar que nem todos os corpos dos reféns ainda na Faixa de Gaza sejam devolvidos na segunda-feira.
Segundo Telavive, dos 48 reféns (47 dos quais raptados a 07 de outubro de 2023, durante os ataques do Hamas a Israel, que deram início à guerra, e um soldado morto em 2014, cujos restos mortais estão na posse do grupo extremista palestiniano), 20 estão vivos e 28 mortos.
Os reféns que Israel acredita continuarem vivos são todos homens com idades compreendidas entre os 20 e os 48 anos.
