Homem que esteve no corredor da morte libertado após novas provas

Teste de ADN comprovou que este homem, detido há quase 40 anos, nada tinha a ver com o caso.

Resumo IA

• Douglas Carter foi libertado após quase 40 anos detido por homicídio, devido a novas provas de ADN.

• Ele esperava a pena de morte, mas não havia provas que o ligassem ao crime, apenas uma confissão obtida sob coação.

• Douglas usará uma pulseira eletrónica até o caso voltar aos tribunais.

Resumo feito por IA e revisto pela redação da Rádio Comercial

Depois de quase 40 anos detidos, parte do tempo no corredor da morte, Douglas Carter foi libertado após novas provas que o ilibam do crime de homicídio.

Hoje, com 71 anos, Douglas esperava pelo cumprimento da pena de morte, mas novos testes de ADN mostraram que nada teve a ver com o homicídio de uma tia de um chefe de polícia. 

Apesar da libertação, Douglas terá de usar uma pulseira eletrónica enquanto o caso não regressa aos tribunais.
 

De acordo com a Associated Press, Douglas assinou a confissão da morte desta mulher após o interrogatório, tendo sido condenado pouco depois à pena capital. 

Nenhuma prova o ligava ao crime, mas o tribunal validou a confissão e o testemunho de duas pessoas que agora admitem ter mentido.
 

As duas testemunhas, mexicanas, dizem ter sido coagidas a mentir pela polícia.