Jovens: as medidas dos partidos com assento parlamentar caso formem Governo

Os partidos prometem uma redução de impostos e apoio na compra de habitação.

Os jovens fazem parte dos programas eleitorais dos partidos com assento parlamentar. 

As medidas, também a votação a 10 de março, centram-se sobretudo em questões fiscais, de habitação, mas também de educação. 

O PS propõe o alargamento do IRS Jovem a todos os jovens, deixando de contar aquele que é o nível de escolaridade. 
Os socialistas antecipam também o maior investimento de sempre em alojamento estudantil e esperam uma oferta pública de 30 mil camas até 2028. 

Já a Aliança Democrática aponta para uma taxa de IRS até 15% para jovens até aos 35 anos. 
35 anos é também a idade limite que a coligação define para eliminar o IMT e o Imposto de Selo na compra de habitação própria. 

O Bloco de Esquerda quer a revogação do período experimental para jovens à procura do primeiro emprego e promete transportes públicos gratuitos até aos 25 anos. 

A CDU prevê o acesso gratuito dos jovens entre os 12 aos 25 anos a equipamentos e atividades culturais. 
No mercado laboral, a Coligação Democrática Unitária pretende a diminuição do período experimental de trabalho. 

No programa do Chega está inscrita a isenção de IRS para jovens até aos 35 anos, sendo o limite os 100 mil euros de rendimento desde o início da carreira laboral.
O partido foca ainda a isenção de IMI, IMT e Imposto de Selo na compra da primeira casa. 

Da parte da Iniciativa Liberal pretende-se dar mais autonomia às Universidades e Institutos Politécnicos para escolherem alunos. 
Também para os estudantes, o objetivo da IL passa por fazer crescer a oferta de alojamento a preços acessíveis. 

Já o PAN aponta num reforço de incentivos para a conversão de estágios em contratos sem termo e propõe passes gratuitos para jovens até 25 anos. 

Por fim, o Livre quer um ponto final nos estágios não remunerados. 
Já o 12° ano, para o Livre, seria um ano zero de entrada na Universidade ou Instituto Politécnico.