Leiria continua com necessidade de bens alimentares e itens de higiene
Câmara Municipal alerta para necessidades da população.
A Câmara de Leiria informou hoje que está a receber doações para ajudar a população afetada pelo mau tempo, mas continua com necessidade, sobretudo, de bens alimentares e itens de higiene.
Entre os produtos "mais necessários" para doação, estão alimentos não perecíveis, como bolachas, papas, cereais, farinha, sal, açúcar, leite (sem lactose), salsichas, azeite e óleo, destaca.
Numa publicação nas redes sociais, a autarquia indica ainda produtos de higiene pessoal, nomeadamente papel higiénico, em 'packs' pequenos.
O ponto de entrega é a porta 10 do Estádio Municipal de Leiria, tendo o município solicitado que os utentes levem sacos para transportar os bens de que necessitam.
Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo decretou situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
Entre os produtos "mais necessários" para doação, estão alimentos não perecíveis, como bolachas, papas, cereais, farinha, sal, açúcar, leite (sem lactose), salsichas, azeite e óleo, destaca.
Numa publicação nas redes sociais, a autarquia indica ainda produtos de higiene pessoal, nomeadamente papel higiénico, em 'packs' pequenos.
O ponto de entrega é a porta 10 do Estádio Municipal de Leiria, tendo o município solicitado que os utentes levem sacos para transportar os bens de que necessitam.
Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo decretou situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
