MAI diz que reparos de Seguro são alerta para se pensar e corrigir

O ministro lembrou que este ano se verificaram dois grandes incêndios no país, em Vouzela e Valpaços, e que mais de 95% dos incêndios são combatidos nos primeiros momentos

O ministro da Administração Interna disse hoje que as chamadas de atenção e os reparos do Presidente da República são sempre vistos como uma forma de alerta e para se pensar e poder corrigir aquilo que há a corrigir.

“Naturalmente as chamadas de atenção, os reparos do senhor Presidente da República são sempre vistos como uma forma de alerta e para se pensar e poder corrigir aquilo que há a corrigir”, afirmou Luís Neves, que falava ao jornalistas em Mirandela, distrito de Bragança.

O governante foi questionado sobre as declarações proferidas hoje por António José Seguro que afirmou que tem transmitido a necessidade de se melhorar "a prevenção e a capacidade de resposta” no combate aos incêndios e que lembrou que o relatório da Comissão Técnica Independente, que avaliou os incêndios de agosto do ano passado, conclui que “muito ficou por fazer depois dos relatórios anteriores, dos incêndios de 2017”.

“Reajo muito bem, o senhor Presidente atua no sentido de corrigir e dar nota daquilo que no seu alto entendimento deve ser melhorado, há de facto um estudo da Comissão Técnica Independente, nós estamos a fazer esse percurso, significa que ainda há questões que têm que ser feitas. O ano passado foi aprovado um grande plano para a floresta de 2050”, referiu Luís Neves.

“Portanto, com toda a bonomia, com toda a tranquilidade, escutamos, como sempre, o que o senhor Presidente da República tem a dizer neste tema, como em todos os outros temas”, acrescentou.