Marcada para hoje segunda troca de prisioneiros entre Israel e o Hamas
Quatro mulheres israelitas mantidas como reféns na Faixa de Gaza serão libertadas em troca de 180 presos palestinianos.
A libertação de quatro mulheres militares israelitas, mantidas como reféns na Faixa de Gaza, é hoje aguardada no âmbito do acordo de tréguas firmado entre Israel e o movimento islamita palestiniano Hamas.
Trata-se do segundo grupo de reféns a ser libertado desde a entrada em vigor do acordo composto por três fases, no domingo passado.
As militares que serão libertadas são Liri Albag, de 19 anos, Karina Ariev, Daniella Gilboa e Naama Levy, todas de 20 anos, segundo confirmaram na sexta-feira as Brigadas Al-Qasam, o braço armado do Hamas.
A primeira fase da trégua, que deverá durar seis semanas, deverá permitir a libertação de 33 reféns mantidos em cativeiro em Gaza em troca de um número muito maior de prisioneiros palestinianos detidos por Israel.
O primeiro dia da trégua, 19 de janeiro, foi marcado pela libertação de três reféns israelitas e de 90 prisioneiros palestinianos.
De acordo com os detalhes do acordo de cessar-fogo com o Hamas, Israel libertará 50 prisioneiros palestinianos por cada mulher soldado israelita, o que significa que pelo menos 200 reclusos deverão sair em liberdade.
Israel e o Hamas envolveram numa guerra em outubro de 2023, na sequência de um ataque sem precedentes do grupo extremista palestiniano no sul do território israelita que fez cerca de 1.200 mortos e mais de duas centenas de reféns. Em represália, Israel lançou uma ofensiva devastadora na Faixa de Gaza, matando mais de 47 mil pessoas.
Trata-se do segundo grupo de reféns a ser libertado desde a entrada em vigor do acordo composto por três fases, no domingo passado.
As militares que serão libertadas são Liri Albag, de 19 anos, Karina Ariev, Daniella Gilboa e Naama Levy, todas de 20 anos, segundo confirmaram na sexta-feira as Brigadas Al-Qasam, o braço armado do Hamas.
A primeira fase da trégua, que deverá durar seis semanas, deverá permitir a libertação de 33 reféns mantidos em cativeiro em Gaza em troca de um número muito maior de prisioneiros palestinianos detidos por Israel.
O primeiro dia da trégua, 19 de janeiro, foi marcado pela libertação de três reféns israelitas e de 90 prisioneiros palestinianos.
De acordo com os detalhes do acordo de cessar-fogo com o Hamas, Israel libertará 50 prisioneiros palestinianos por cada mulher soldado israelita, o que significa que pelo menos 200 reclusos deverão sair em liberdade.
Israel e o Hamas envolveram numa guerra em outubro de 2023, na sequência de um ataque sem precedentes do grupo extremista palestiniano no sul do território israelita que fez cerca de 1.200 mortos e mais de duas centenas de reféns. Em represália, Israel lançou uma ofensiva devastadora na Faixa de Gaza, matando mais de 47 mil pessoas.
