Ministros das finanças reúnem para fechar regras orçamentais
Encontro extraordinário para umm acordo na redução do défice e da dívida pública.
Os ministros das Finanças da União Europeia vão hoje reunir-se, num encontro extraordinário por videoconferência, para tentar fechar a reforma das regras orçamentais, com tetos para défice e dívida e que serão retomadas em 2024, após recentes desacordos.
Na antevisão desta reunião extraordinária, fontes europeias deram conta de um "progresso substancial" nas negociações, existindo por isso "uma enorme vontade para chegar a acordo" e para "colmatar as divergências" entre os 27 Estados-membros, principalmente entre os que querem mais flexibilidade e os que exigem garantias dos países na redução do défice e da dívida pública.
A reunião surge após várias horas de discussão, num encontro dos governantes europeus da tutela em meados deste mês, sobre a reforma do quadro da governação económica, num debate que se arrasta há vários meses, e quando se prevê a retoma destas regras no próximo ano.
Em cima da mesa esteve recentemente uma proposta de Espanha que prevê a diminuição da dívida de, pelo menos, um ponto percentual ao ano para os países com um rácio da dívida superior a 90% do Produto Interno Bruto (PIB) e de meio ponto percentual para os que estão entre este patamar e o teto de 60% do PIB.
Na antevisão desta reunião extraordinária, fontes europeias deram conta de um "progresso substancial" nas negociações, existindo por isso "uma enorme vontade para chegar a acordo" e para "colmatar as divergências" entre os 27 Estados-membros, principalmente entre os que querem mais flexibilidade e os que exigem garantias dos países na redução do défice e da dívida pública.
A reunião surge após várias horas de discussão, num encontro dos governantes europeus da tutela em meados deste mês, sobre a reforma do quadro da governação económica, num debate que se arrasta há vários meses, e quando se prevê a retoma destas regras no próximo ano.
Em cima da mesa esteve recentemente uma proposta de Espanha que prevê a diminuição da dívida de, pelo menos, um ponto percentual ao ano para os países com um rácio da dívida superior a 90% do Produto Interno Bruto (PIB) e de meio ponto percentual para os que estão entre este patamar e o teto de 60% do PIB.
