A notícia foi avançada pelos próprios Pulp. O músico e produtor Steve Mackey morreu nesta quinta-feira, aos 56 anos. A banda inglesa não avançou a causa da morte, mas de acordo com a publicação feita pela esposa do músico, a estilista e jornalista de moda Katie Grand, Mackey esteve hospitalizado nos últimos três meses. Não se sabe, porém, o que terá levado ao internamento do baixista.
"Após três meses no hospital, a lutar com toda a força e determinação que tinha, estamos chocados e devastados por termos de dizer adeus ao meu lindo e genial marido", lê-se na nota publicada pela companheira do baixista e produtor.
"O Steve morreu hoje. Estamos destroçados com esta perda. Eu, o filho Marley, os pais, Kath e Paul, a irmã Michelle e os muitos amigos que tem. O Steve era o homem mais talentoso que já conheci. Era um músico, produtor, fotógrafo e realizador excecional", continua o comunicado. Era adorado por toda a gente com quem se cruzou nas várias áreas onde se movia". Na nota publicada nas redes sociais, a família do britânico pediu ainda privacidade durante o período de luto.
A banda de Sheffield anunciou a morte do músico nas contas oficiais. "O nosso querido amigo e baixista Steve Mackey morreu esta manhã. Os nossos pensamentos estão com a sua família e com quem o ama".
Steve Mackey juntou-se aos Pulp em 1989, tendo já contribuído para o disco "Separations" - o terceiro do grupo. Seguiram-se os álbuns "His 'n' Hers" (1994), "Different Class" (1995), "This Is Hardcore" (1998) e "We Love Life" (2001).
Depois do hiato anunciado pelos Pulp, em 2002, Mackey trabalhou como produtor para vários artistas como é o caso de M.I.A., dos Florence + the Machine ou dos Arcade Fire.
Em outubro de 2022, quando os Pulp marcaram o regresso aos concertos para 2023, o baixista esclareceu que não iria juntar-se à banda na estrada.
