Mulher é tratada dois anos para um cancro da pele que não tinha
Diagnóstico errado só foi descoberto com mudança de casa e de hospital.
Em 2019, Megan Royle, com 29 anos foi diagnosticada com cancro da pele, tendo de imediato começado os respetivos tratamentos.
No total, de acordo com a imprensa inglesa, foram nove os ciclos de tratamentos, durante dois anos e que não parariam caso não existisse uma mudança de casa e de hospital.
Megan veio a saber, no novo hospital onde começou a ser seguida, que foi erradamente diagnosticada com cancro da pele, nunca tendo tido tal problema.
Desde então foi apresentada queixa na justiça e Megan conseguiu já uma indemnização por má interpretação dos resultados dos exames.
