Não há portugueses entre os feridos na Venezuela

Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas diz que os consulados no país não receberam qualquer pedido de ajuda.

Não há portugueses entre os feridos dos dois dias de confrontos na Venezuela. Uma garantia do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.

José Luís Carneiro faz o balanço das últimas horas de protestos contra o regime de Nicolás Maduro. 

 

 

Apesar da violência nas ruas da Venezuela, a rede consular de Portugal no país, com a ajuda de outras redes de apoio à comunidade, não recebeu qualquer pedido de ajuda.

 

 

Tanto a embaixada, como os consulados estão prontos a prestar apoio à comunidade portuguesa e lusodescendente na Venezuela, desde alimentação a medicação e repatriamento.

As últimas horas foram também marcadas por dificuldades de comunicação com os familiares no país. O secretário de Estado das Comunidades deixa uma recomendação. José Luís Carneiro pede para que os contactos sejam feitos através do gabinete de emergência consular.

 

 

Mais de 50 pessoas ficaram feridas no segundo dia de confrontos em Caracas, entre apoiantes do autoproclamado presidente interino, Juan Guaidó, e forças leais ao regime de Nicolás Maduro. 

Desde terça-feira que a Venezuela vive um clima de insurreição, depois duma tentativa de golpe de Estado.