"No Kings". Nova jornada de protesto contra as políticas de Donald Trump
Estão previstos protestos também em Portugal, Espanha, Suíça, Reino Unido, Itália, Suécia, entre outros países.
Mais de três mil ações estão convocadas para hoje nos Estados Unidos no âmbito de uma nova jornada de protesto contra a administração liderada pelo Presidente republicano Donald Trump.
Sob o mote "No Kings" ("Sem Tiranos!", numa tradução livre em português), a jornada de protesto convocada por coletivos de ativistas como o Indivisible ou o 50501 (cujo nome representa '50 Protests, 50 States, One Movement') espera reunir milhares de pessoas em várias cidades norte-americanas, como Nova Iorque, Filadélfia, Washington, Chicago, Denver, Seattle, São Francisco e Los Angeles.
O movimento também conta ter expressão fora dos Estados Unidos e estão previstos protestos em Portugal (no Porto), Espanha, Suíça, Reino Unido, Itália, Suécia, entre outros países.
"O Presidente pensa que o seu poder é absoluto. Mas na América não temos reis e não vamos recuar perante o caos, a corrupção e a crueldade", afirmam os organizadores do protesto na sua página na Internet, que anteveem que esta jornada poderá ser o maior dia de contestação política interna da história dos Estados Unidos.
A jornada de protesto acontece num momento em que os Estados Unidos estão envolvidos num conflito com o Irão, com repercussões em toda a região do Médio Oriente e nos preços do petróleo, cujo aumento tem impacto no custo de vida dos norte-americanos.
Este protesto à escala nacional -- o terceiro a acontecer sob o lema "No Kings" -- ocorre em plena contagem decrescente para as eleições intercalares de novembro, que irão decidir a maioria no Congresso norte-americano e, consequentemente, o rumo do segundo mandato de Trump na Casa Branca.
Sob o mote "No Kings" ("Sem Tiranos!", numa tradução livre em português), a jornada de protesto convocada por coletivos de ativistas como o Indivisible ou o 50501 (cujo nome representa '50 Protests, 50 States, One Movement') espera reunir milhares de pessoas em várias cidades norte-americanas, como Nova Iorque, Filadélfia, Washington, Chicago, Denver, Seattle, São Francisco e Los Angeles.
O movimento também conta ter expressão fora dos Estados Unidos e estão previstos protestos em Portugal (no Porto), Espanha, Suíça, Reino Unido, Itália, Suécia, entre outros países.
"O Presidente pensa que o seu poder é absoluto. Mas na América não temos reis e não vamos recuar perante o caos, a corrupção e a crueldade", afirmam os organizadores do protesto na sua página na Internet, que anteveem que esta jornada poderá ser o maior dia de contestação política interna da história dos Estados Unidos.
A jornada de protesto acontece num momento em que os Estados Unidos estão envolvidos num conflito com o Irão, com repercussões em toda a região do Médio Oriente e nos preços do petróleo, cujo aumento tem impacto no custo de vida dos norte-americanos.
Este protesto à escala nacional -- o terceiro a acontecer sob o lema "No Kings" -- ocorre em plena contagem decrescente para as eleições intercalares de novembro, que irão decidir a maioria no Congresso norte-americano e, consequentemente, o rumo do segundo mandato de Trump na Casa Branca.
