Número de incêndios aumentou mas área ardida é quatro vezes menor este ano
Dados do Sistema de Gestão Integrada dos Fogos Rurais aponta para mais de 60 mil hectares afetados pelas chamas.
A área ardida este ano é cerca de quatro vezes menor em relação a igual período de 2025, totalizando até hoje 60.572 hectares, mas o número de incêndios florestais aumentou 13%, ultrapassando os 6.500, indicam dados oficiais.
Segundo o portal do Sistema de Gestão Integrada dos Fogos Rurais (SGIFR), gerido pela Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), entre 01 de janeiro e hoje deflagraram 6.572 incêndios que consumiram 60.572 hectares (ha) de mato e floresta, o quinto pior ano em área ardida da década, depois de 2017, 2025, 2016 e 2022.
Os dados mostram também que 2026 é o sexto pior ano de incêndios, realçando que as ocorrências de fogo registavam uma diminuição desde 2022, mas este ano esta tendência está a inverter-se ao contabilizar-se o maior número dos últimos quatro anos.
No mesmo período do ano passado, a área ardida totalizava 245.760 ha e os incêndios ascendiam a 5.824.
O portal do SGIFR indica também que as regiões do país com mais área ardida este ano são o Norte (34.929ha), seguido do Centro (20.452ha) e Alentejo (3.335ha), enquanto o maior numero de incêndios deflagrou igualmente no Norte (3.422), Centro (1.177) e Lisboa e Vale do Tejo (1.006).
De acordo com os dados, a maioria dos incêndios investigados este ano tiveram como principais causas o uso do fogo, acidental e incendiarismo.
O SGIFR indica ainda que a mais de metade dos fogos e área ardida ocorreram dias de risco de moderado e baixo de incêndio.
Segundo o portal do Sistema de Gestão Integrada dos Fogos Rurais (SGIFR), gerido pela Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), entre 01 de janeiro e hoje deflagraram 6.572 incêndios que consumiram 60.572 hectares (ha) de mato e floresta, o quinto pior ano em área ardida da década, depois de 2017, 2025, 2016 e 2022.
Os dados mostram também que 2026 é o sexto pior ano de incêndios, realçando que as ocorrências de fogo registavam uma diminuição desde 2022, mas este ano esta tendência está a inverter-se ao contabilizar-se o maior número dos últimos quatro anos.
No mesmo período do ano passado, a área ardida totalizava 245.760 ha e os incêndios ascendiam a 5.824.
O portal do SGIFR indica também que as regiões do país com mais área ardida este ano são o Norte (34.929ha), seguido do Centro (20.452ha) e Alentejo (3.335ha), enquanto o maior numero de incêndios deflagrou igualmente no Norte (3.422), Centro (1.177) e Lisboa e Vale do Tejo (1.006).
De acordo com os dados, a maioria dos incêndios investigados este ano tiveram como principais causas o uso do fogo, acidental e incendiarismo.
O SGIFR indica ainda que a mais de metade dos fogos e área ardida ocorreram dias de risco de moderado e baixo de incêndio.
