Nunca se morreu tanto nas praias portuguesas. Época Balnear com 30 mortos

Dados da Autoridade Marítima Nacional conhecidos esta terça-feira, com a principal causa de morte a ser o afogamento.

Resumo IA

• Entre 1 de maio e 30 de setembro, morreram 30 pessoas nas praias portuguesas.

• Das mortes, 17 foram por afogamento, o pior registo desde que existem dados.

• A Autoridade Marítima Nacional alerta para a escolha de praias não vigiadas e recomenda vigilância.

Resumo feito por IA e revisto pela redação da Rádio Comercial

Entre 1 de maio e 30 de setembro, o período da época balnear, morreram 30 pessoas nas praias ou zonas marítimas portuguesas.

Os dados são da Autoridade Marítima Nacional, com 17 das mortes a terem sido por afogamento. 

Dentro dos afogamentos, a maioria aconteceu em praias não vigiada, com o total de mortes a ser o pior de sempre desde a existência de dados. 

A Autoridade Marítima Nacional (AMN) refere ainda que durante este período foram feitos mais de 1400 salvamentos e mais de 2600 ações de primeiros socorros. 

De acordo com a AMN, o número de mortes e de ocorrências deve-se às alterações no litoral na sequência das tempestades e do comportamento das pessoas que escolhem praias sem vigilância.