O reencontro de Jorge Palma com o Palma's Gang é neste fim de semana no Capitólio
E já foram partilhadas imagens dos ensaios. É a celebração dos 50 anos de carreira do músico e compositor.
Em setembro, Jorge Palma deu início a uma série de concertos em salas lisboetas para celebrar meio século de carreira. "ANTOLOGIA" começou no Palácio Baldaya, seguindo-se quatro noites no Teatro Tivoli BBVA.
A proposta tem sido uma viagem antológica através da discografia do músico e compositor, que termina agora com dois concertos, a 19 e 20 de novembro, no Capitólio. É também a oportunidade de assistir à reunião de Jorge Palma com os músicos Flak, Alex e Kalú - o Palma's Gang, que nos anos noventa lançou um disco ao vivo com temas de Jorge Palma em versões elétricas. O Palma’s Gang foi formado no início dos anos noventa, como consequência natural das jam sessions que faziam no Johnny Guitar, na altura com Zé Pedro (dos Xutos & Pontapés) na guitarra.
"Um grupo de 'amigos para a vida' - criado por ideia de Zé Pedro, que nomeou o grupo e contagiava com a sua boa energia - que se volta a reunir para celebrar as músicas de Jorge Palma que, desde setembro, está a celebrar os 50 anos de carreira com uma revisão antológica do seu percurso", refere o comunicado que chegou à redação.
O concerto de dia 19 de novembro (sábado) já está esgotado, ainda estão disponíveis bilhetes para o dia 20.
"A ideia existia há muito tempo, acho que desde o dia em que os Xutos se esqueceram de mim num restaurante de Gaia, na vertigem de uma T.V. em directo a que cheguei de autocarro, felizmente a tempo de os insultar. Depois, já em 85, a minha banda novinha em folha estreou-se ao lado dos Macaus, para os lados do Laranjeiro. Amigos comuns, amigos novos, marés de Agosto conversas nos bastidores, noites que nunca mais acabam, etc. Depois o Alex sugeriu-me uma noite no Johnny e eu disse logo que sim, mesmo antes de pensar na formação mais adequada - claro que vislumbrei um enorme bando de músicos a fazer a festa comigo. Por razões práticas, optei por um quarteto que ofereceria, à partida toda a base de apoio necessária às minhas canções - para além de um equilíbrio instável que me é, cada vez mais, vital - o Kalú e o Alexandre, o Zé Pedro e o Flak",
escreveu Jorge Palma na proposta de gravação feita em 1993 e dirigida à Polygram.
