Operação Pretoriano: Leitura do acordão marcada para esta quinta-feira
Arguidos Fernando e Sandra Madureira estão acusados no âmbito dos incidentes na Assembleia Geral do FC Porto de novembro de 2023.
A leitura do acórdão da Operação Pretoriano, que tem como arguidos Fernando e Sandra Madureira, ex-dirigentes da claque Super Dragões e acusados no âmbito dos incidentes na Assembleia Geral do FC Porto de novembro de 2023, vai decorrer a partir das 14:00 de hoje, no Tribunal Criminal de São João Novo, no Porto.
O Ministério Público (MP) pediu penas de prisão efetiva superiores a cinco anos para seis dos 12 arguidos do processo: Fernando e Sandra Madureira, Vítor 'Catão', Hugo 'Polaco', Vítor 'Aleixo' e o filho deste, com o mesmo nome, todos com ligações ao universo "azul e branco".
Durante as alegações finais, a procuradora Susana Catarino defendeu penas suspensas para os restantes seis visados e mais pesadas para Fernando e Sandra Madureira, por alegadamente liderarem a planificação dos distúrbios na reunião magna, cuja principal finalidade era a votação de uma revisão estatutária.
Por sua vez, as defesas dos dois principais arguidos pediram a absolvição dos seus representados e, durante as alegações finais, acusaram o MP de não ter agido com o intuito da "procura e busca da verdade".
Segundo a acusação, os Super Dragões terão procurado "criar um clima de intimidação e medo" na Assembleia Geral, na qual ocorreram confrontos e agressões, para garantir a aprovação da proposta de alteração dos estatutos do clube, do "interesse da direção" então liderada por Jorge Nuno Pinto da Costa.
O Ministério Público (MP) pediu penas de prisão efetiva superiores a cinco anos para seis dos 12 arguidos do processo: Fernando e Sandra Madureira, Vítor 'Catão', Hugo 'Polaco', Vítor 'Aleixo' e o filho deste, com o mesmo nome, todos com ligações ao universo "azul e branco".
Durante as alegações finais, a procuradora Susana Catarino defendeu penas suspensas para os restantes seis visados e mais pesadas para Fernando e Sandra Madureira, por alegadamente liderarem a planificação dos distúrbios na reunião magna, cuja principal finalidade era a votação de uma revisão estatutária.
Por sua vez, as defesas dos dois principais arguidos pediram a absolvição dos seus representados e, durante as alegações finais, acusaram o MP de não ter agido com o intuito da "procura e busca da verdade".
Segundo a acusação, os Super Dragões terão procurado "criar um clima de intimidação e medo" na Assembleia Geral, na qual ocorreram confrontos e agressões, para garantir a aprovação da proposta de alteração dos estatutos do clube, do "interesse da direção" então liderada por Jorge Nuno Pinto da Costa.
