Parlamento celebra os 52 anos da revolução dos Cravos
A sessão solene está marcada para as 10h00.
A Assembleia da República celebra 52 anos da revolução dos Cravos com a habitual sessão solene em plenário, a primeira de António José Seguro como Presidente da República.
A sessão solene comemorativa do aniversário do 25 de Abril de 1974 está marcada para as 10:00. O chefe de Estado será o último a discursar, após os representantes dos partidos e o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco.
O PS escolheu para discursar o seu secretário-geral, José Luís Carneiro, o Livre o seu porta-voz Rui Tavares, e o PCP Alfredo Maia. Já nas bancadas à direita do PS, vão usar da palavra o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, a presidente da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, e o deputado do CDS João Almeida.
Pelo Chega, nas sessões do 25 de Abril, tem sempre discursado o presidente deste partido, André Ventura. Os primeiros a subir à tribuna de oradores serão os deputados únicos do JPP Filipe Sousa, do PAN Inês Sousa Real, e do Bloco de Esquerda Fabian Figueiredo.
Sem alterações em termos de modelo organizativo relativamente aos últimos anos, a sessão solene terá a presença do primeiro-ministro, Luís Montenegro, e será sobretudo marcada do ponto de vista político pelo discurso no novo Presidente da República.
Esta sessão ocorre numa conjuntura de tensão entre confederações sindicais e Governo sobre revisão das leis laborais.
Quer como candidato nas eleições presidenciais, quer já como Presidente da República, António José Seguro tem feito apelos para haver diálogo entre parceiros sociais e Governo no processo de revisão da legislação do trabalho. Mas um acordo em sede de concertação social, envolvendo UGT e Governo, parece cada vez mais distante.
Além da crise internacional provocada pela ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, que está a gerar uma crise energética e um aumento da inflação, no plano nacional a revisão das leis laborais deverá ser um dos temas em destaque nas intervenções das bancadas da esquerda no período de intervenções da sessão solene.
À tarde, realiza-se o desfile popular comemorativo, da Avenida da Liberdade até ao Rossio.
A sessão solene comemorativa do aniversário do 25 de Abril de 1974 está marcada para as 10:00. O chefe de Estado será o último a discursar, após os representantes dos partidos e o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco.
O PS escolheu para discursar o seu secretário-geral, José Luís Carneiro, o Livre o seu porta-voz Rui Tavares, e o PCP Alfredo Maia. Já nas bancadas à direita do PS, vão usar da palavra o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, a presidente da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, e o deputado do CDS João Almeida.
Pelo Chega, nas sessões do 25 de Abril, tem sempre discursado o presidente deste partido, André Ventura. Os primeiros a subir à tribuna de oradores serão os deputados únicos do JPP Filipe Sousa, do PAN Inês Sousa Real, e do Bloco de Esquerda Fabian Figueiredo.
Sem alterações em termos de modelo organizativo relativamente aos últimos anos, a sessão solene terá a presença do primeiro-ministro, Luís Montenegro, e será sobretudo marcada do ponto de vista político pelo discurso no novo Presidente da República.
Esta sessão ocorre numa conjuntura de tensão entre confederações sindicais e Governo sobre revisão das leis laborais.
Quer como candidato nas eleições presidenciais, quer já como Presidente da República, António José Seguro tem feito apelos para haver diálogo entre parceiros sociais e Governo no processo de revisão da legislação do trabalho. Mas um acordo em sede de concertação social, envolvendo UGT e Governo, parece cada vez mais distante.
Além da crise internacional provocada pela ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, que está a gerar uma crise energética e um aumento da inflação, no plano nacional a revisão das leis laborais deverá ser um dos temas em destaque nas intervenções das bancadas da esquerda no período de intervenções da sessão solene.
À tarde, realiza-se o desfile popular comemorativo, da Avenida da Liberdade até ao Rossio.
