Plataforma de correção dos exames indisponível entre as 00h00 e 02h00
O minisrtro da Educação esclarece que "haverá uma manutenção porque é necessário intervir para otimizar processos".
O ministro da Educação confirmou hoje que a plataforma eletrónica em que é feita a correção dos exames nacionais do ensino secundário estará indisponível na quarta-feira, mas apenas durante duas horas, entre as 00:00 e as 02:00.
"Entre as 00:00 e as 02:00, haverá uma manutenção porque é necessário intervir para otimizar processos", esclareceu Fernando Alexandre, em entrevista à CNN Portugal.
Os professores classificadores foram hoje informados que a plataforma eletrónica de correção dos exames nacionais estará "temporariamente indisponível" na quarta-feira, segundo revelou o movimento de professores Missão Escola Pública.
Questionado, o ministro da Educação, Ciência e Inovação confirmou a intervenção, explicando que o sistema será alvo de manutenção para corrigir mecanismos, de forma a "garantir uma avaliação rigorosa".
Na segunda-feira, os professores já tinham ficado sem acesso à plataforma de classificação, que esteve em manutenção durante algumas horas devido a uma fragilidade detetada na segurança do sistema.
Na entrevista à CNN, o ministro reconheceu que "não correu tudo bem", mas assegurou que as equipas técnicas estão atentas e "a atuar".
"É um processo novo, já houve um percalço e estamos a fazer tudo para que não haja mais", afirmou Fernando Alexandre, adiantando que "uma parte significativa" das mais de 300 mil provas realizadas estão corrigidas.
Pela primeira vez este ano, as provas dos 11.º e 12.º anos, que continuam a ser realizadas em papel, estão a ser corrigidas em formato digital, um processo que implica que sejam digitalizadas e só depois distribuídas pelos professores para serem avaliadas.
No entanto, os sistemas informáticos têm apresentado problemas desde o início e, nas últimas semanas, professores classificadores relataram atrasos na disponibilização das provas, erros na digitalização das folhas de resposta e problemas técnicos na plataforma de distribuição e classificação.
Devido aos constrangimentos registados logo nos primeiros dias do processo, o Governo adiou a divulgação dos resultados e da segunda fase dos exames nacionais.
"Penso que estão reunidas as condições para garantir que no dia 17 (de julho) teremos as classificações com o rigor a que os portugueses estão habituados", antecipou Fernando Alexandre, assegurando que o rigor na classificação "sobrepõe-se a tudo".
O governante disse ainda que a decisão de adiar o calendário de classificações e a segunda fase dos exames nacionais foi preventiva, para assegurar que "os professores têm condições para fazer a avaliação com o tempo necessário e não de forma apressada".
Antecipando a segunda fase, reagendada para entre 21 e 24 de julho, Fernando Alexandre disse acreditar que "vai correr muito bem e será exemplar".
"Entre as 00:00 e as 02:00, haverá uma manutenção porque é necessário intervir para otimizar processos", esclareceu Fernando Alexandre, em entrevista à CNN Portugal.
Os professores classificadores foram hoje informados que a plataforma eletrónica de correção dos exames nacionais estará "temporariamente indisponível" na quarta-feira, segundo revelou o movimento de professores Missão Escola Pública.
Questionado, o ministro da Educação, Ciência e Inovação confirmou a intervenção, explicando que o sistema será alvo de manutenção para corrigir mecanismos, de forma a "garantir uma avaliação rigorosa".
Na segunda-feira, os professores já tinham ficado sem acesso à plataforma de classificação, que esteve em manutenção durante algumas horas devido a uma fragilidade detetada na segurança do sistema.
Na entrevista à CNN, o ministro reconheceu que "não correu tudo bem", mas assegurou que as equipas técnicas estão atentas e "a atuar".
"É um processo novo, já houve um percalço e estamos a fazer tudo para que não haja mais", afirmou Fernando Alexandre, adiantando que "uma parte significativa" das mais de 300 mil provas realizadas estão corrigidas.
Pela primeira vez este ano, as provas dos 11.º e 12.º anos, que continuam a ser realizadas em papel, estão a ser corrigidas em formato digital, um processo que implica que sejam digitalizadas e só depois distribuídas pelos professores para serem avaliadas.
No entanto, os sistemas informáticos têm apresentado problemas desde o início e, nas últimas semanas, professores classificadores relataram atrasos na disponibilização das provas, erros na digitalização das folhas de resposta e problemas técnicos na plataforma de distribuição e classificação.
Devido aos constrangimentos registados logo nos primeiros dias do processo, o Governo adiou a divulgação dos resultados e da segunda fase dos exames nacionais.
"Penso que estão reunidas as condições para garantir que no dia 17 (de julho) teremos as classificações com o rigor a que os portugueses estão habituados", antecipou Fernando Alexandre, assegurando que o rigor na classificação "sobrepõe-se a tudo".
O governante disse ainda que a decisão de adiar o calendário de classificações e a segunda fase dos exames nacionais foi preventiva, para assegurar que "os professores têm condições para fazer a avaliação com o tempo necessário e não de forma apressada".
Antecipando a segunda fase, reagendada para entre 21 e 24 de julho, Fernando Alexandre disse acreditar que "vai correr muito bem e será exemplar".
