Portugal vive jornada de greve geral. Há vários setores afetados
Greve geral já se sente em vários setores, Metro fechado, voos cancelados, comboios e barcos suprimidos.
A greve convocada para esta quarta-feira, dia 3 de junho, contra a reforma laboral está a provocar constrangimentos em vários setores, avançou esta manhã o secretário-geral da CGTP-Intersindical.
Em declarações esta manhã à CMTV, Tiago Oliveira confirma que "hospitais e Unidades Locais de Saúde apenas estão a funcionar com serviços mínimos". No que diz respeito à recolha de resíduos urbanos diz que "a maioria dos distritos está com adesão a cem por cento". Também os portos de Setúbal e de Sines "estão encerrados". No setor dos transportes há uma "uma grande adesão: Metro de Lisboa, Transtejo, Soflusa, CP, setor rodoviário de passageiros, o setor aéreo, com uma forte adesão e na indústria, a indústria que durante a noite tem os horários rotativos, os trabalhos por turnos, podemos dizer que no setor da indústria temos grandes adesões com cem por cento de adesão e outras empresas com a produção parada".
Ao início da manhã, o metro de Lisboa tem as portas fechadas e no porto apenas duas linhas em funcionamento. Também na CP centenas de comboios foram suprimidos nas últimas horas e nos aeroportos portugueses sente-se o impacto da greve, mais de cem voos foram cancelados esta quarta-feira.
Se precisa de atravessar o Tejo, o dia será também complicado já que a Soflusa não tem serviços mínimos. Esta manhã a empresa publicou uma nota nas redes sociais a informar que apesar dos fortes contrangimentoos provocaods pela greve geral, "o serviço de transporte na ligação fluvial de Cacilhas teve início às 5h48 e nas rotas do Montijo e do Seixal começará a efetuar-se a partir das 7h e das 8h, respetivamente".
Esta é a segunda paralisação nacional em seis meses.
Notícia em atualização.
