Preço do cabaz alimentar volta a subir, mas mantém queda em relação a janeiro
Valor total é agora de 227,34 euros.
Os preços do cabaz de alimentos acompanhados pela DECO PROteste subiram 0,95% em relação à última semana, num valor de 2,14 euros, mas mantêm a descida de 3,69% observada desde o início deste ano.
Os dados reportam ao dia 7 de agosto por comparação com 31 de julho e reúnem os preços de 63 alimentos como carne, congelados, frutas e legumes, lacticínios, mercearias e peixe.
Os produtos com maiores subidas de preços na última semana são os flocos de cereais (22%), a polpa de tomate (18%) e o café torrado moído (16%).
Na comparação com o início deste ano, o valor do cabaz caiu em 8,7 euros (uma variação negativa de 3,69%). Ao longo de 2024, o atum posta em azeite foi o produto cujo preço mais escalou (17%).
Quando comparado com os dados de há um ano (9 de agosto de 2023), o cabaz custa mais 15,4 euros, uma subida de 7,27%. Aqui, o café torrado moído é o campeão das subidas (34%).
Já no contraste com o início da guerra na Ucrânia, o valor subiu 43,71 euros, correspondendo a um crescimento de 23,8%. A pescada fresca é o produto que mais encareceu neste período, com uma subida de 86%, seguido do azeite virgem extra (82%).
Quanto a categorias de produtos, a mercearia foi a que mais subiu (33%), seguida da carne (27,59%).
O valor total do cabaz começou por ser de 183,63 euros e é, agora, de 227,34 euros, uma subida de 23,80%.
