Presidente norte americano cancela visita à Jordânia
Joe Biden mantém, no entanto, a visita a Israel.
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, estará hoje em Israel para demonstrar o seu apoio ao Estado judaico, negociar uma solução humanitária para Gaza e evitar uma escalada regional das recentes hostilidades entre Telavive e o Hamas.
O cerco de Israel àquele enclave palestiniano e os intensos bombardeamentos israelitas, em retaliação contra a ofensiva do Hamas do passado dia 07 de outubro, causou uma escassez que ameaça suspender os serviços de saúde, pondo em perigo a vida de milhares de feridos e doentes.
Biden estará em território israelita num momento em que Telavive prepara uma ofensiva terrestre com o objetivo de eliminar o movimento islamita palestiniano, que controla Gaza desde 2007.
Joe Biden tinha previsto seguir, ainda hoje, para a Amã, para reunir-se com o Rei da Jordânia Abdullah II e com o Presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, mas essa deslocação foi anulada por respeito aos três dias de luto decretados pela Autoridade Palestiniana após o ataque um hospital de Gaza, que fez 500 mortos, segundo o Hamas.
Também o líder da Autoridade Palestiniana, Mahmud Abbas, tinha previsto ir a Amã, mas cancelou terça-feira à noite.
A deslocação de Biden está a ser encarada como um importante teste à influência norte-americana no Médio Oriente.
O cerco de Israel àquele enclave palestiniano e os intensos bombardeamentos israelitas, em retaliação contra a ofensiva do Hamas do passado dia 07 de outubro, causou uma escassez que ameaça suspender os serviços de saúde, pondo em perigo a vida de milhares de feridos e doentes.
Biden estará em território israelita num momento em que Telavive prepara uma ofensiva terrestre com o objetivo de eliminar o movimento islamita palestiniano, que controla Gaza desde 2007.
Joe Biden tinha previsto seguir, ainda hoje, para a Amã, para reunir-se com o Rei da Jordânia Abdullah II e com o Presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, mas essa deslocação foi anulada por respeito aos três dias de luto decretados pela Autoridade Palestiniana após o ataque um hospital de Gaza, que fez 500 mortos, segundo o Hamas.
Também o líder da Autoridade Palestiniana, Mahmud Abbas, tinha previsto ir a Amã, mas cancelou terça-feira à noite.
A deslocação de Biden está a ser encarada como um importante teste à influência norte-americana no Médio Oriente.
